Não é de hoje que a Tribuna estampa em suas páginas matérias sobre terrenos abandonados. A incidência de denúncias de propriedades e “mini” lixões pela cidade é a mesma para os eternos buracos de rua, pautas tão comuns no jornalismo. Todo mundo tem um vizinho que não cuida do seu.
Ao contrário de quem acha que denúncia como essa só vale para preencher espaço de página, moradores próximos de propriedades abandonadas sabem quanta valia tem a reclamação por conviver constantemente com bichos peçonhentos, sujeira e falta de segurança.
Bato palmas para moradores que além de cuidar do seu espaço, dispõem seu final de semana para pegar a enxada, o saco de lixo e tomar providência por aquele proprietário rico e cheio de terrenos pela cidade que não tem tempo, muito menos a capacidade de pagar um prestador de serviço para realizar o trabalho.
Desconforto de conviver com escorpiões, aranhas, cobras, pernilongos e outros insetos é pouca bobagem. Sem falar no mal cheiro e o verdadeiro lixão a céu aberto que acabam se formando, porque quem passa pelo local vê que - já está tudo abandonado, mesmo! Entulhos e restos de tudo o que já não serve mais na casa alheia (desde sofá que já não combina com a mobília até o cachorro que entrou em óbito na última semana).
O mato alto de algumas propriedades, que mais parecem pequenas florestas com plantas de diversas espécies, ainda traz o desconforto da insegurança. Um belo esconderijo para o que é ilícito, como comércio de drogas em pleno dia.
A desculpa de quem negligenciou a limpeza sempre é com data retroativa. “Já estávamos providenciando a limpeza”. “A data do serviço já estava marcada, entretanto, o pessoa responsável não compareceu”. E quando finalmente o proprietário resolve fazer algo, toma uma atitude rapidinha: pega um caixa de fósforo e um pouco de álcool e acaba com tudo. Pronto, serviço feito.
E o setor de fiscalização da Prefeitura mantém a morosidade: “o proprietário do terreno já foi notificado, e se não limpar, será multado”, respondem eles. Até hoje, não vi ninguém exclamar por dívida ativa com o município pelo desleixo de uma propriedade.
O mercado de trabalho muitas vezes não oferece um número de vagas suficiente para suprir a quantidade de pessoas que, todos os dias saem de casa a procura de uma oportunidade.
A geração de empregos é um dos maiores desafios dos governantes brasileiros que, para atrair e manter as empresas em seus municípios chegam ao ponto de travar diversas guerras fiscais, oferecendo vantagens tributárias para que o empresariado não fuja para o município vizinho e até outro estado.
Porém, já faz alguns meses que uma situação revelada pela Tribuna vem chamando a atenção, principalmente daqueles que, devido às dificuldades do mercado, poucas vezes tiveram a oportunidade de ficar escolhendo ou recusando ofertas de emprego.
Desde o ano passado o setor de serviços de Indaiatuba não encontra mão de obra suficiente para suprir o número de empregos disponíveis no mercado. Os que mais sofrem com isso são os comércios que dependem, diretamente, desse tipo de profissional para manter suas portas abertas.
É fato que grande parte desses locais não remuneram adequadamente seus funcionários, mas, também é uma grande verdade que, devido a esse volume de ofertas, essas pessoas estão cada vez com menos vontade de trabalhar.
A situação chega a ser tão absurda que pessoas que nunca trabalharam na vida aceitam uma oferta de emprego que, na semana seguinte já é descartada porque a pessoa acha que o emprego é muito duro.
Ora. Das milhares e milhares de pessoas que entram e saem do mercado de trabalho todos os dias, quem conseguiu, logo na primeira oportunidade, um emprego tranquilo, fácil e gostoso de se fazer?
Esse fato só mostra que, quanto mais facilidades as pessoas encontram, mais elas ficam folgadas e tratam as coisas, neste caso, a vida, com desrespeito e desdém.
Depois, quando o tempo passar e as dificuldades surgirem, não adianta reclamar nos quatro cantos dizendo que a vida lhe foi ingrata e culpar Deus pela falta de oportunidade.
Pare de reclamar e vá trabalhar.
Apurando as matérias que envolvem a Secretaria Municipal de Obras e Vias Públicas, às vezes tenho a impressão de que a resposta dada pela pasta vem de um gravador. Sempre que existe uma reclamação em comum em algum bairro, seja na questão de melhorias ou até mesmo quando os moradores reivindicam manutenção básica do local, a resposta é sempre a mesma: “Uma equipe será encaminhada para o local na próxima semana para verificar os problemas e iniciar a manutenção”.
Quando a informação vira realidade e a equipe realmente comparece e resolve o problema do local, o que raramente acontece, eu acho ótimo. Nós, jornalistas, que temos a intenção de contribuir com os moradores, informando a real situação de um local, ficamos felizes quando vemos que o tempo que passamos apurando a matéria resultou em alguma ação por parte do governo municipal. O problema é que, nestes casos, a impressão que se passa é que o cronograma de serviços da secretaria é inexistente e que o jornal é quem pauta os trabalhos da pasta. Mas confesso, prefiro que não fosse necessário a imprensa ir até um local e denunciar a dificuldade dos moradores para que qualquer atitude seja tomada.
A questão que assombra minha cabeça é que, em algumas ocasiões, a própria secretaria responde que, por questão de atrasos no cronograma de obras, ainda não foi possível passar em certo local para efetuar a manutenção. Então eu penso: “Se o cronograma está atrasado é porque existe”. Porém, se está atrasado, uma das medidas, na minha opinião, seria disponibilizar mais equipes para que estes atrasos não acontecessem.
A verdade é que a secretaria deve agir mais enfaticamente e ser mais pró-ativa na questão das obras e da manutenção das vias da cidade senão, ficará conhecida como aquela gestão que usava a imprensa para saber onde era necessário uma intervenção da pasta. E tenham certeza, isto não é legal para a imagem.
A transsex Lea T. que marcou presença no São Paulo Fashion Week
A São Paulo Fashion Week teve estrelas hollywoodianas de peso, além da sempre bombástica presença de Giselle Bündchen. Mas nenhum deles conseguiu ofuscar a modelo Lea T. (ou Lia ti, como pronunciam na Inglaterra). É uma cara marcante em cima do seu 1,80m. Não é bonita, mas tem presença. Ela ainda é oficialmente Leandro, uma vez que tem o órgão sexual masculino, entretanto, já está na reta final para fazer a cirurgia de troca de sexo. Ela é filha do jogador Toninho Cerezo, que integrou a Seleção Nacional em jogos importantes em Copas Mundiais. E é isso o que mais “pega”.
Quando se sabe de quem é filha todo mundo se encolhe e diz, “justo de quem!”. Cerezo é aquele macho machão. Ter um filho gay, ou homossexual, para esse tipo de pessoa certamente é um terror. Parece que a relação entre os dois é praticamente nenhuma.
Certamente todos os pais e mães prefeririam que seus filhos fossem “normais”. Que, se possível, se casassem e tivessem filhos. Os filhos homens até seriam elogiados se tivessem uma vida sexual bem variada – de mulheres, claro.
Há tamanha carga negativa em ser “diferente”, que não se quer esse terror para seus pimpolhos (os filhos sempre serão vistos como filhos/pimpolhos, não importa a idade). As mães são as primeiras a aceitar um filho/a homossexual. Os pais, se resignam; outros, cortam relações. Será que ser gay deixa de ser filho para um pai? Para alguns, um filho assassino talvez seja mais aceito do que um gay.
Hoje, muitos já saíram do armário e a sociedade os aceita como são. Não gostamos de vê-los se agarrando no escurinho do cinema. Mas ninguém gosta de ver (ou ouvir...) o agarramento de qualquer casal. Isso deveria ser feito num ambiente de intimidade. Para gays e heteros.
Por sorte não tenho filhos gays. Sorte – não tenho vergonha em confessar. Mas jamais deixaria de amar, torcer e proteger um filho se ele tivesse outra orientação sexual. Ficaria chateada e saberia que estariam falando às minhas costas: “Coitada, o fulaninho é gay”. Pois, repito, é isso que falam do Toninho Cerezo: “Justo ele!”.
Nos anos 70 fui a “salvação” de vários amigos que ousavam abrir a porta do armário. Como ia com eles a teatros, concertos e cinemas, os pais pareciam estar aliviados, tipo, “ah, tá vendo, ele não é gay, está namorando a Silvia”, embora nunca déssemos a entender isso. Na faculdade, um aluno, que era funcionário do Banco do Brasil, teve que arranjar correndo uma moça que quisesse casar com ele, pois era o único obstáculo para sua promoção. A moça, homossexual também com a porta do armário aberta, aceitou e o acerto durou por uns bons anos.
Em resumo, Lea T., além do seu exotismo físico (mulata, com rosto angular, pés e mãos grandes) roubou a cena por ser transsexual. E ser filha de um macho man jogador de futebol.
O Primavera comemorou na última quinta-feira, dia 27, 84 anos de existência no futebol paulista. Mas diferente de outros aniversários, poucos estavam felizes com a data. Aliás, a pergunta que me vinha na cabeça era: comemorar o que?
Apesar de torcedor assumido do clube, não consegui encontrar motivos para ficar até altas horas da noite bebendo com os amigos, como acontece em outros aniversários. Com isso, procurei achar alguns motivos para fazer aquele dia uma data importante para o futebol local.
Primeiro pensei na campanha do ano passado, a melhor desde que o Fantasma caiu para a Segunda Divisão. Mas logo fui lembrado de como o time estava indo bem e do nada caiu de produção, com muitos jogadores deixando a desejar em campo. É, faltou maior “incentivo” na última fase.
Tentei levar para o lado histórico. Dizem os mais velhos que o Primavera tem um passado brilhante no futebol. Porém, torço para o clube desde 1996, quando cheguei em Indaiatuba, e não me lembro de ter comemorado um único titulo desde então. Que me desculpem os torcedores mais velhos, mas nasci em 1985 e talvez as conquistas vieram bem antes.
Busquei fazer ao contrário. Imaginei o time na Primeira Divisão, com o Gigante da Vila cheio e a cidade movimentada por conta das partidas. Mas lembrei que para isso, se tudo desse certo, demoraria três anos para o clube chegar a Série A. Algo que não é impossível, mas o começo do ano, com o Primavera fora da Copa São Paulo, só me reforçou ainda mais a ideia de que é, pelo menos, quase impossível. Confesso, sonhei alto.
Após várias tentativas, cheguei a conclusão que eu, um dos poucos torcedores jovens do Primavera, e que não vivi as fazes de glória do Fantasma da Ituana, não tinha muito o que comemorar. Infelizmente o clube, como muitos no interior, sofre com a falta de estrutura e apoio do poder público e privado.
Acredito que boa parte dessa dificuldade enfrentada pelo Tricolor indaiatubano acontece por conta da diretoria. Além das parcerias sem sucesso, a imagem dos que “comandam” o Clube está desgastada e mais, tenho certeza que enquanto estiverem a frente do Primavera a ajuda ao Fantasma será cada vez menos.
A Prefeitura de Indaiatuba inovou ao pedir a ajuda da população.
Ao invés de ampliar a divulgação do disque denúncia e fazer com que os moradores de Indaiatuba contribuam com o trabalho da Polícia Militar e da Guarda Municipal, a administração indaiatubana preferiu pedir uma contribuição em espécie.
Para ampliar os postos de fiscalização na cidade, o prefeito Reinaldo Nogueira (PDT), quer que os mais de 200 mil habitantes contribuam com R$ 10.
Mas o problema não é só esse. A forma como o pedido está sendo feito mostra que o atual Poder Executivo da cidade subestima a capacidade mental de sua população.
Ao invés de distribuir um boleto exclusivo para o pedido de contribuição, a Prefeitura coloca, dentro dos carnês de IPTU, um boleto pedindo a ajuda para melhorar a segurança local.
O mais estranho, e que mostra uma possível tentativa de induzir o contribuinte ao erro, é que o boleto que fala da contribuição tem a mesma cor e tamanho das outras folhas que tratam do Imposto Predial e Territorial Urbano.
De acordo com a explicação da Prefeitura, a contribuição é paga por que quiser, inexistindo a obrigatoriedade.
Porém, quem é que vai avisar a população mais carente e menos instruída de que um boleto que está dentro do carnê no IPTU não precisa se quitado.
Será que todos os funcionários das agências bancárias de Indaiatuba vão ter o trabalho de informar à população que a contribuição não precisa ser paga?
Da maneira que foi feita, sem qualquer tipo de aviso e tentando esconder ao máximo, será que atual administração não está fazendo um jogo para, em um futuro próximo, fazer da contribuição mais um imposto para o povo indaiatubano pagar?
Por que, ao invés de enviar o boleto, a Prefeitura não criou uma conta para que as pessoas possam fazer a doação?
E se ninguém aceitar o pedido de ajuda feito pelo prefeito, quanto foi gasto dos cofres públicos para pagar a impressão desse boleto?
É fato que contribui quem quer, mas, o prefeito precisa se lembrar que a obrigação de dar segurança à população é do Estado, e o contribuinte não têm que pagar nada a mais por isso.
Se a cidade de Indaiatuba precisa de mais recursos para investir em segurança, é bom que o Executivo local e os membros do Legislativo que o apóiam façam plantão em frente ao Palácio do Governo e peçam ao Governador Geraldo Alckmin (PSDB), um aumento no repasse feito para a segurança indaiatubana.
Cobrar da população é um ato injusto e muito cômodo para quem foi eleito para defender os interesses de toda uma cidade.
O condomínio onde ficava nossa casa na região serrana do Rio de Janeiro já era. O rio levou, como tem levado muita gente que mora em encostas porque é “chique” ou porque não pode pagar mesmo.
Era previsível tamanha tragédia em Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis. Passei um lapso de tempo sem ir a Petrópolis e, quando lá estive em 2005, levei um susto: favelas e até mansões foram tomando os morros, verdadeiras pirambeiras, dessas que descem direto quase em linha vertical. Dessa época para cá, mais favelização nas três cidades fluminenses castigadas pelas chuvas.
Moramos em Nova Friburgo por dois anos e meu marido se espantava como alguém poderia morar tranquilamente com uma Espada de Dâmocles prestes a cair no pescoço. Foi-se a casa. Soube que não havia moradores lá, mas conhecidos nossos, vizinhos, todos choram a morte de algum parente ou amigo.
Petrópolis é uma cidade linda, mas os morros estão em todos os bairros, montanhas tão altas que é preciso dobrar o pescoço para ver o cume. E o que é espantoso: há uma rua no meio e imediatamente duas pirambeiras, uma de cada lado. Isso quando não há um rio passando entre duas avenidas. São montanhas diferentes do que vemos em São Paulo. Muito íngremes e quase sempre com nascentes formando cachoeiras. Quando chove...
Em São Paulo, Capivari, Atibaia, Franco da Rocha, e o Brasil de áreas de risco, ficam a mercê dos desatinos do clima, criados pela intervenção humana.
Pode ser chocante o que vou dizer: há muita gente nos centros urbanos. É preciso impedir esse aumento populacional, que geralmente acontece em áreas de risco. Sempre algum parente vem morar e faz-se um “puxadinho”. São, na maioria das vezes, nordestinos em busca de melhor qualidade de vida. Acabam caindo numa arapuca nos meses chuvosos. Seria melhor que o Governo Federal criasse incentivos para que grandes empresas se mudassem para o Nordeste, abrindo vagas de trabalho e novas oportunidades.
No Sudeste (e Brasil afora) os prefeitos devem criar vergonha na cara e impedir a ocupação irregular. Não dá para botar no meio da rua. É preciso criar moradias e, IMPORTANTE, vigiar diuturnamente as áreas antes invadidas. Lembra do Morro do Bumba que desabou em janeiro passado em Niteroi/RJ? O que foi efetivamente feito para evitar que novas moradias surjam? NADA! Cadê a verba que o então presidente Lula prometeu para as tragédias de janeiro passado no Rio e São Paulo? Só 20% chegou efetivamente às prefeituras. O resto ficou lá mesmo em Brasília.
As tragédias se repetem a cada ano e nada do que é prometido acaba sendo feito. Leniência dos governos municipais, estaduais e federal. Infelizmente, não adianta a gente gritar daqui. Em janeiro do ano que vem, certamente estaremos chorando nova tragédia. Tomara que eu esteja errada.
Infelizmente já se tornou rotina para os meios de comunicação que atuam na capital de São Paulo fazer matérias e mais matérias sobre as consequências das chuvas que atingem a cidade em todo começo de ano.
Sempre que as chamadas chuvas de verão atingem a capital, os moradores que, por falta de opção, moram nas consideradas áreas de risco ficam em estado de alerta 24h por dia, rezando para que o pior não aconteça.
Mas, devido ao crescimento desordenado que assola as capitais e maiores cidades do país, a reza não faz efeito e as catástrofes acontecem sucessivamente.
Depois que as águas invadem casas, transformam ruas e avenidas em rios e acabam com famílias inteiras, todo mundo fica assustado, considera a situação uma calamidade e coloca a culpa no poder público.
Só que o que ninguém fala é que, um dos grandes motivos para que as enchentes aconteçam é a falta de educação dos próprios afetados.
É fácil ver pelas ruas das grandes cidades, e agora também nos municípios do interior, uma infinidade de lixo que é jogado nas calçadas e que provocam o entupimento de bueiros, facilitando a proliferação das enchentes.
Isso não significa que o Poder Público seja perfeito e não tenha uma grande parcela, talvez a maior, de culpa no que acontece com as cidades quando as chuvas são fortes e intensas. A maioria dos prefeitos, governadores e o presidente em exercício pouco se preocupam em encontrar medidas que solucionem esse problema que, neste ano, também está afetando cidades onde isso não acontecia.
Mas o cidadão que joga lixo na rua precisa ter a consciência de que os seus atos vão ser facilmente percebidos quando a próxima chuva cair.
Segue abaixo informação Exclusiva para a Coluna
Após suspender unilateralmente o convenio com a Prefeitura do Rio, mas garantindo o show do Roberto Carlos e o Réveillon sem chuvas (apesar das previsões contrárias, a FCCC (Fundação Cacique Cobra Coral, entidade esotérica cientifica, especializada em alterações climáticas, conveniada com vários Estados e o Ministério de Minas e Energia),
Denunciou também na sexta-feira, dia 7, o Convênio com o Governo do Estado do Rio que não enviou em tempo o relatório anual das obras efetuadas e das previstas para este exercício,
como acordado nos Convênios da FCCC que são totalmente isento de Ônus mas exige dos governos o Combate às Causas de fenômenos climáticos enquanto a FCCC combate os Efeitos.
(Foi por isso que SP perdeu em 2009 o convenio feito pelo Serra.)
Conhecida mundialmente desde 1986 quando virou manchete dos jornais ingleses (The Guardian e Dayly Telegraph) após terem sidos chamados pela premier Margareth Thatcher para minimizar os efeitos do terrível inverno europeu de 30 negativos em janeiro de 86 a FCCC atende hoje 17 países em 3 continentes.
Esta semana a médium Adelaide Scritori recebeu uma proposta Irrecusável de um grupo de Commodity e Agrobusiness com atuação em todo o Planeta, especialmente na Bolsa de Chicago e na Austrália, para onde Adelaide foi convidada para fixar residência e cuidar do clima não só da Austrália, mas de outros países onde o grupo atua. A médium Adelaide Scritori, que já está com os filhos criados, ficou de estudar a proposta, já que os netos são uma das coisas que ainda a prendem ao Brasil. Após Consultar o Astral, dará uma resposta até o Carnaval... Uma vez que hoje a FCCC atua mais no Exterior que no Brasil...
A chuvarada da tarde deste sábado acabou levando o resto da ponte da Paulo de Tarso Martins, assunto tratado com exclusividade pela Tribuna.
O que causa horror é saber que certamente haverá um “aditamento” ao contrato firmado com a Ellenco para fazer uma ponte “decente”. Quem irá pagar? Nós, os otários contribuintes brasileiros.
Sabe por que os troncos da ponte quebraram? Porque no início do governo de José Onério começaram a funcionar os pedágios de bloqueio em Helvetia e Jardim Brasil. Resultado: a ponte, que já recebia caminhões pesados que fugiam da balança, passou a ter um tráfego dez vezes maior do que poderia suportar. Até que aguentou, esperando “sentada” a troca das toras provisórias pela estrutura metálica definitiva.
Na manhã deste sábado havia mais de dez máquinas e caminhões da empresa e muitos trabalhadores tentando desviar desesperadamente as águas pluviais a fim de impedir a corrosão do que ainda restava da ponte. Não deu tempo: a chuvarada na parte da tarde acabou com o trabalho. E agora, José (Onério, não, é o poema do Drummond)?