Após um tempinho longe das quadras, este final de semana voltei a trabalhar num jogo de futsal. O confronto era entre Nishi Eletrônica x G.A. Marcenaria pelo principal campeonato da modalidade em Indaiatuba.
Ao entrar na quadra vi que algumas coisas não mudaram. O atraso no começo das partidas ainda continua. O jogo estava programado para acontecer às 16h20, mas o pontapé inicial só foi dado vinte minutos depois. Bom, na pior das hipóteses, confesso a vocês que antes atrasava mais.
Mas minha maior surpresa foi com o público presente, na verdade ausente. Os ginásios da Sol-Sol e Tejusa sempre contaram com bom público em seus jogos, principalmente porque o indaiatubano é apaixonado por futsal. Mas no sábado a cena era triste. Pouquíssimas pessoas marcavam presença nas arquibancadas da Tejusa e os espaços vazios chamavam mais atenção.
Muitos podem dizer que isso aconteceu por conta do feriado, mas acredito que ouve uma falha na tabela. Os únicos dois jogos da Primeira Divisão no final de semana estavam marcados para o mesmo horário, em quadras diferentes. Com isso, é natural que as pessoas que acompanham o futsal se dividissem.
Outro fato que chamou a atenção foi discussão áspera entre o árbitro da partida e um jogador, após o término do jogo que antecedeu o confronto entre Nishi e G.A. Revoltado, o atleta saiu para o vestiário acusando que o juiz havia recebido dinheiro do time adversário. O árbitro ouviu e pediu para relatar a expulsão do jogador.
Porém, o atleta tomou as todas as canetas do mesário e não permitiu que o mesmo registrasse a ocorrência. Nervoso, o jogador disse que não sairia da quadra enquanto o árbitro não voltasse atrás na decisão. Após ser acalmado, o jogador deixou a quadra nervoso. Mais indignado, o árbitro comentou: “O mais revoltante é que o cara me acusa disso e joga no Atletas de Cristo”.