Estrutura para que?
Por Rodrigo GattiSex, 17 de dezembro de 2010 às 16h30 - Comentários: 0Visualizações: 0
Esta é a pergunta que a Secretaria Municipal de Educação deve estar se fazendo neste momento, enquanto você, leitor, lê este blog. O caso de alunos de duas salas da 4ª série do ensino fundamental da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Wladimir Olivier, no Jardim Oliveira Camargo, que terão que estudar “provisoriamente” na Emeb Janette Vaqueiro, que fica na Vila Brizolla, que você vai conferir na edição de amanhã, dia 18, da Tribuna de Indaiá, mas que pode ver uma prévia aqui, mostra que, pelo jeito, a real preocupação da secretaria com a educação indaiatubana não passa perto de fornecer a estrutura adequada para seus alunos.
Os erros já começam antes mesmo da transferência das crianças. As duas turmas usavam duas salas da Escola Estadual Deolinda Maneira Severo, já que o atual prédio da Emeb não suporta a quantidade atual de estudantes da escola. Assim, pergunto: como matricular mais crianças em uma unidade escolar do que a mesma pode suportar em sua estrutura física?
Mesmo que a escola estadual situada ao lado do prédio conceda salas, por ser parcialmente municipalizada, a situação é insustentável. Este caso é semelhante ao imbróglio das vagas em creches, já bem conhecido da população indaiatubana. Nele, o governo municipal deve oferecer toda a estrutura necessária para que a educação, uma dos principais pilares do desenvolvimento, na minha opinião, consiga caminhar com suas próprias pernas e não dependa dos outros para suprir suas necessidades.
Se continuar assim, com o passar dos anos, alunos migrarão de escola em escola, se transformando em nômades da educação pública indaiatubana. Se a moda pega...
E você? Como vê esta situação? Qual a sua opinião sobre a educação em Indaiatuba?
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Marcadores: Cidades, Educação
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