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Otimismo, otimismo, otimismo...
Por Jean MartinsSex, 18 de março de 2011 às 18h12 - Comentários: 0Visualizações: 0
A última quinta-feira, 17, foi mais um dia de ir visitar o treino do Esporte Clube Primavera. Apesar de mais caras novas no elenco, dos esforços do fotógrafo Eduardo Turati em fazer um foto do estádio e ter que ser acostumar ainda com a falta de informação extracampo, o que mais me chamou a atenção foi o otimismo do técnico Carlos Nunes em relação ao grupo.
“Aqui cheira titulo”, disse o treinador em entrevista. Sei que autoestima e confiança são essenciais para um bom trabalho. Mas confesso que fico surpreso a cada entrevista que faço com o treinador.
Não desconfio da capacidade de ninguém que está no Primavera, mas fico me perguntando por que tanto otimismo com um grupo que ainda está em formação. Mesmo tendo alguns indicados pelo próprio técnico, muitos jogadores ali estão em fase de testes e sequer sabem se irão continuar no clube. Sem falar nos adversários: como estão? Estão treinando há quanto tempo? Fizeram contratações de peso?
Sei que é outro ano, outras pessoas, mas até o torcedor mais otimista, como eu, prefiro não me exaltar com a possibilidade de títulos e acessos. Acredito que pensar positivo é sempre bom, mas manter os pés no chão pode causar ferimentos de menor intensidade se acontecer algum imprevisto. Confesso que tenho inveja do otimismo do técnico Carlos Nunes. Vai ver que ele tem confiança no seu trabalho.
Mas todo cuidado é pouco e pode se tornar excesso de confiança. No ano passado presenciei um excelente treinador (Ivo Secchi), com um ótimo grupo, porém com uma diretoria não tão atuante e competente, o que prejudicou o tão sonhado acesso a Séria A3.
A memória do torcedor não é tão curta. Todos lembram das últimas campanhas do Fantasma, das manobras misteriosas da diretoria anterior. São lembranças ainda frescas na nossa memória, que só serão esquecidas aos poucos, isso se diretoria, comissão técnica e jogadores provarem na prática que as “coisas” mudaram.
Porém, se algum imprevisto acontecer na campanha do Primavera, segue abaixo uma lista com cinco “desculpinhas” que o treinador pode dar. Aliás, futebol é sempre assim: se começa com boas expectativas e se acontecer algum imprevisto, tudo tem um porquê.

Dicas
1º O time não fazia o que era pedido durantes os treinos.
2º Os jogadores são jovens e sentiu o peso da camisa.
3º Tivemos perdas de jogadores
4º Novamente, tivemos problemas extracampo que afetaram os jogadores
5º Fizemos uma boa campanha, mais os adversários eram melhores
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Primeiras impressões
Por Jean MartinsSeg, 07 de março de 2011 às 17h25 - Comentários: 0Visualizações: 0
Semana passada, pela primeira vez em 2011, fui ao treino do Esporte Clube Primavera. O time iniciou a preparação para a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, competição em que o Fantasma da Ituana inicia a busca pelo acesso no dia 30 de abril, contra o Atibaia.
Fora de campo, tudo muito calmo. Sei que há uma grande campanha para se conseguir novos investidores e patrocinadores, mas certamente esta manobra da diretoria e pessoas ligadas ao Tricolor não está sendo feita no Gigante da Vila.
Assim como nas partidas do Campeonato Paulista, as arquibancadas também estavam vazias. Não estavam nem aqueles empresários loucos para conseguir uma vaguinha para seus jogadores.
Porém, dentro de campo a história era outra. Trabalho duro, durante duas horas, para escolher os melhores jogadores para a temporada 2011. Até o fotógrafo da Tribuna, Eduardo Turati, se empolgou com o treino dado por Carlos Nunes e deu uma volta correndo ao arredor do Gigante da Vila.
Brincadeiras a parte, o que vi foi um treinamento cheio de cobranças. Carlos Nunes se mostrou aquele tipo de treinador que chama o jogador no canto e conversa, cobra, critica, elogia e motiva. Vi jogadores que já passaram pelo Primavera, como o meia Dall, que no ano passado estava no SEV-Hortolândia. Atletas que estavam no time em 2010, casos dos meias Tinga, Eduardo e André, além do zagueiro William. Informado por um funcionário, fiquei sabendo que um jogador tinha pedido dispensa do trabalho para realizar testes no Fantasma.
O treino foi o primeiro que acompanhei e a conclusão não poderia ser diferente. Sai de lá com muitas dúvidas, expectativas boas e ruins, mas com a única certeza de que tudo só será esclarecido quanto à competição começar.
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Chegou a hora de ser PROFISSIONAL
Por Jean MartinsSex, 18 de fevereiro de 2011 às 17h58 - Comentários: 0Visualizações: 0
Durante a semana tive uma conversa de 30 minutos com o presidente do Primavera, Mário Sérgio Matsumoto. Entre muitos questionamentos, o novo comandante do Fantasma mostrou que está com vontade de fazer com que o clube conquiste um lugar de destaque no futebol Paulista. Aliás, uma frase dele dita durante jantar de aniversário de 84 anos do clube marcou muito.

“Temos que sair da condição de pedintes e sermos almejados”, disse na ocasião.

Durante a produção da matéria sobre o Primavera, que sai na edição de sábado (dia 19) da Tribuna, pensei em algumas lições que o time deve seguir para chegar ao patamar de clube “grande” do interior. Uma espécie de manual para se chegar ao sucesso.
1º Melhorar a imagem da diretoria – É fato que antiga diretoria não agradava nem o primaverino mais otimista. Nada pessoal, mas a imagem do ex-presidente Francisco Tadeu Leite estava desgastada no cargo. Com a mudança, Matsumoto terá que provar que será uma gestão completamente diferente da anterior.
2º Procurar parceiros – Com a melhoria da imagem, o Primavera precisa de apoiadores para montar boas equipes. Atualmente no futebol, nada se conquista sem a ajuda de parceiros. E Indaiatuba é um prato cheio, já que conta com inúmeras empresas instaladas.
3º Primavera e Prefeitura - Dos clubes do interior que estão numa posição de destaque, a grande maioria tem relação estreita com o poder público. A equação é fácil: Clube+Poder Público+Iniciativa Privada= clube com a possibilidade de sucesso.
4º O clube precisa do torcedor – Nos últimos anos, por conta das campanhas nada agradáveis, os poucos torcedores querem estar em qualquer lugar no final de semana, exceto no Gigante da Vila acompanhando o Primavera. O clube precisa tirar o torcedor de sua casa e levar para o estádio. Para isso, precisa de um bom time e uma grande ação no marketing, com promoções atrativas para o público/torcedor.
5º O que estamos fazendo – Como o apoio da torcida, imprensa, Poder Público e Iniciativa Privada, é obrigatório que o clube preste contas sobre o que acontece. Nos últimos anos, muitas histórias milaborantes aconteceram no Primavera, mas poucos sabiam o que realmente ocorria. Transparência era uma palavra pouco conhecida no Tricolor indaiatubano.
6º Sem amadorismo – Agir com profissionalismo é essencial para um clube de futebol, principalmente no contrato com seus jogadores. Quem não lembra do caso Mirandinha, destaque até então na equipe, deixou o clube e foi para o Corinthians. Por conta de um contrato mal feito, numa manobra amadora do clube, o jogador foi para o Corinthians, deixando o Primavera com uma mão na frente e outra atrás.
7º Comprometimento – Jogador de futebol não pode chegar cinco, seis horas da madrugada no clube, em plena véspera de jogo. O clube deve cobrar rigorosamente dos jogadores mais profissionalismo e comprometimento. Pequenas multas deveriam ser aplicadas aos “baladeiros”, aliás, ninguém gosta que mexam no nosso bolso.
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Comemorar o que?
Por Jean MartinsSex, 28 de janeiro de 2011 às 16h35 - Comentários: 0Visualizações: 0
O Primavera comemorou na última quinta-feira, dia 27, 84 anos de existência no futebol paulista. Mas diferente de outros aniversários, poucos estavam felizes com a data. Aliás, a pergunta que me vinha na cabeça era: comemorar o que?
Apesar de torcedor assumido do clube, não consegui encontrar motivos para ficar até altas horas da noite bebendo com os amigos, como acontece em outros aniversários. Com isso, procurei achar alguns motivos para fazer aquele dia uma data importante para o futebol local.
Primeiro pensei na campanha do ano passado, a melhor desde que o Fantasma caiu para a Segunda Divisão. Mas logo fui lembrado de como o time estava indo bem e do nada caiu de produção, com muitos jogadores deixando a desejar em campo. É, faltou maior “incentivo” na última fase.
Tentei levar para o lado histórico. Dizem os mais velhos que o Primavera tem um passado brilhante no futebol. Porém, torço para o clube desde 1996, quando cheguei em Indaiatuba, e não me lembro de ter comemorado um único titulo desde então. Que me desculpem os torcedores mais velhos, mas nasci em 1985 e talvez as conquistas vieram bem antes.
Busquei fazer ao contrário. Imaginei o time na Primeira Divisão, com o Gigante da Vila cheio e a cidade movimentada por conta das partidas. Mas lembrei que para isso, se tudo desse certo, demoraria três anos para o clube chegar a Série A. Algo que não é impossível, mas o começo do ano, com o Primavera fora da Copa São Paulo, só me reforçou ainda mais a ideia de que é, pelo menos, quase impossível. Confesso, sonhei alto.
Após várias tentativas, cheguei a conclusão que eu, um dos poucos torcedores jovens do Primavera, e que não vivi as fazes de glória do Fantasma da Ituana, não tinha muito o que comemorar. Infelizmente o clube, como muitos no interior, sofre com a falta de estrutura e apoio do poder público e privado.
Acredito que boa parte dessa dificuldade enfrentada pelo Tricolor indaiatubano acontece por conta da diretoria. Além das parcerias sem sucesso, a imagem dos que “comandam” o Clube está desgastada e mais, tenho certeza que enquanto estiverem a frente do Primavera a ajuda ao Fantasma será cada vez menos.
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Torcedor ‘mala’
Por Jean MartinsQua, 15 de dezembro de 2010 às 17h45 - Comentários: 0Visualizações: 0
Torcedor é um ser humano chato, irritante e sem educação. No último domingo, dia 12, durante a final do Campeonato Amador da Lidi, tive alguns contratempos com um torcedor “mala”, que fez com que o meu domingo fosse ainda mais agradável.
Tudo começou quando eu estava no setor de imprensa, acima das arquibancadas do Estádio Ítalo Mário Limongi. Além de ter que prestar atenção no jogo e em tudo que acontecia no local, alguns torcedores, que ainda não era o “mala”, faziam questão de perguntar a todo momento o tempo do jogo, como se eu fosse o árbitro da partida, ou era o único no estádio a marcar o tempo.
Aos 25 minutos do segundo tempo, eis que surge em minha vida o torcedor “mala”. Como a área de imprensa estava tomada por “bicões”, decidi sentar-me numa muretinha ao lado da cabine de rádio, visando não atrapalhar ninguém. Mas do nada, chega o determinado torcedor, que fez questão de ficar escorado na parede, tampando toda a visão que eu tinha do campo.
O torcedor não se deu por convencido em apenas tirar a minha visão e começou a fazer um monte de indagações. Perguntou quanto estava o jogo, quem fez os gols, qual era o tempo de partida.
Mantive a calma, respondi a todas as perguntas e logo iniciei uma oração para que a partida terminasse rápido. Com o término do jogo, desci ao campo em busca de algumas entrevista, feliz, pensando em ter me livrado do “mala”.
Mas me enganei. Em determinado momento, quando entrevistava um jogador, surge à figura simpática do torcedor, que fez questão de novamente me atrapalhar. Eu perguntava algo para o atleta e o torcedor respondia ao mesmo tempo que o jogador. Tinha que ouvir duas vozes me respondendo e tentar prestar atenção apenas em uma.
Para completar, após me conceder uma entrevista exclusiva, o torcedor “mala” trabalhou como uma espécie de produtor para mim. De forma abusada, o indivíduo começou a indicar os jogadores que eu deveria entrevistar.

OBS: Só para constar, o torcedor “mala” não foi o destaque da partida, mas sim o bom futebol, a presença em massa das duas torcidas, e o título conquistado brilhantemente pelo União Paraná. Parabéns pelo bicampeonato.
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O amador que custa caro
Por Jean MartinsTer, 07 de dezembro de 2010 às 13h40 - Comentários: 0Visualizações: 0
Há um bom tempo ouço pessoas ligadas ao futebol e o futsal local reclamarem dos altos investimentos financeiros que os clubes fazem durante as competições. Para elas, com esta atitude, o campeonato perde um pouco do seu amadorismo natural e deixa de lado um de seus propósitos: reunir os amigos no final de semana para “bater uma bolinha”.
Atualmente o que vimos são jogadores ganhando R$ 100, R$ 150 por jogo. Muitos moram em cidade vizinhas e vestem ou já vestiram camisas de times considerados profissionais.
O que mais me preocupa em tudo isso é que as equipes estão perdendo suas torcidas. Por mais que sejam pais, parentes e amigos, são pessoas que comparecem aos locais de jogos, torcem, e fazem com que o “espetáculo” fique ainda mais bonito.
Um exemplo disso aconteceu no último sábado, dia 4, nas finais da Primeira e Segunda Divisão da Copa Loucos Por Esporte de Futsal, organizada pela Aifa. Na final da Segunda Divisão, Manchester e Dynamo fizeram uma excelente partida, assistidos por um bom público.
Na sequência teve a final da Primeira Divisão, entre NIshi e Sol Joias, times que também investem alto para competir. Resultado: mais da metade dos torcedores foram embora e os poucos que estavam lá não tinham preferência por uma das equipes. Apenas queriam assistir a partida, pouco importava quem seria o campeão.
O mesmo aconteceu nas semifinais do Campeonato Amador da Lidi. De um lado a torcida do time Bairro Oliveira Camargo (União Paraná) marcava presença em massa nas arquibancadas do Estádio do Primavera. Com maioria dos jogadores residentes no bairro, a vontade e o comprometimento dos jogadores, além do apoio da torcida foram fundamentais para a equipe chegar em mais uma final.
Do outro lado estava a Ponte Preta de Itaici. Time que tem um alto investimento no ano, conta com jogadores acima da média, mas que não tinham motivação alguma vindo das arquibancadas, pois era algo quase impossível encontrar um torcedor do clube no local.
Esta atitude dos clubes está acabando com a magia dos campeonatos amadores. A intenção das competições é reunir amigos para uma partida de futebol. O que deveria estar em jogo era apenas a vitória para o time do seu bairro e não uma quantia X em dinheiro. Acredito sim que os clubes têm que ter patrocinadores, mas isso para custear material esportivo dos atletas, transportes e alimentação após a partida. Para um clube amador, que disputa campeonato local, já está de bom tamanho.
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Mais um ano ‘trágico’ para o Primavera
Por Jean MartinsSex, 26 de novembro de 2010 às 17h21 - Comentários: 0Visualizações: 0
O ano parecia ser bom. Aliás, o Primavera tinha passado para a segunda fase do Paulista pela primeira vez desde 2007, quando voltou a disputar a Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Jogo após jogo, com algumas dificuldades, o time chega à última fase e fica bem próximo do acesso a Série A3. Mas eis que ressurgem as manobras descontroladas da diretoria primaverina.
Primeiro as trocas de treinadores, foram três em um mês. Depois estoura o caso Mirandinha, que até hoje ninguém provou quem estava errado. Mas o certo é que a saída do principal jogador da equipe influenciou na queda de rendimento do time. Consequência: a equipe faz a pior campanha da última fase.
Frustração total para os torcedores primaverinos, que no decorrer do campeonato aumentaram ainda mais as esperanças por conta da campanha inédita do clube. E próximo do fim do ano, a diretoria dá um presente de “grego” para os torcedores.
Por falta de dinheiro, o clube anuncia que não irá disputar a Copa São Paulo de Juniores 2011, já que seu parceiro desistiu de investir na equipe. Detalhe, nunca ninguém comentou desse tal investidor e surge até a dúvida se o mesmo existia.
Durante coletiva de imprensa, para anunciar a desistência, eis que surge do ladinho do presidente primaverino o secretário municipal de esportes. Figura pouco vista nos jogos do time, dizendo que fez de tudo para que isso não acontecesse, que estava triste pela ausência do time na competição.
O mais intrigante é que o time se preparava para a Copa São Paulo desde junho, mas só agora, quando o clube já corria sério risco de não disputar o campeonato, é que a Secretaria Municipal de Esportes tentou ajudar. A dúvida é: por que o apoio não foi oferecido antes? Por que o Primavera procurou a Secretaria só agora?
O certo é que a Prefeitura não tem e nunca teve interesse em ajudar o Primavera. Entra e sai ano, o clube reclama da falta de apoio, e o que ganham é uma pequena ajuda no transporte, só, e mais nada. Do outro lado, o Primavera também nunca mostrou um projeto sólido e sério para que o Poder Público pudesse levar algum investimento para o clube.
Enfim, tudo parecida que iria pra frente este ano e que a diretoria primaverina tinha mudado a sua mentalidade. Mas, com o término das competições, só tivemos ainda mais a certeza de que o Primavera peca como time profissional por conta da sua diretoria, que na maioria das vezes não age com inteligência, vivem tendo casos obscuros e no final ainda querem se passar por vítimas.
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Independente e São Conrado na final
Por Jean MartinsSex, 12 de novembro de 2010 às 10h06 - Comentários: 0Visualizações: 0
O ano está acabando e a cada final de semana é uma nova emoção para jogadores, técnicos, torcedores e amantes do futebol local. Domingo, dia 14, acontecem às partidas das semifinais do Campeonato Amador, organizado pela Associação Indaiatubana de Futebol Amador (Aifa).
No primeiro confronto, o Independente é favorito a vaga na final. O time fez uma excelente campanha, joga com a vantagem do empate, tem um dos elencos mais regulares da competição e contra com a experiência de jogadores como Fábio Vidal e Oliveira. Do outro lado, terá a equipe do XV de Novembro, que aposta na raça e garra de seus jogadores, além da tradição no futebol local, porém, características que não superam as qualidades do Dragão da Zona Sul.
Na outra partida, a minha aposta é na equipe do São Conrado. Após anos longe dos gramados, o time voltou com tudo em 2009. Venceu a Série B no ano passado e está a dois passos da conquista da Série A. O time montou um grupo experiente, algo primordial na fase em que se encontra o campeonato.
Mas o acesso não será tão fácil quanto parece. Do outro lado terá o Rêmulo Zoppi, atual bicampeão, que também aposta em seu elenco. A grande baixa da equipe é a provável ausência de jogadores, alguns titulares. Cerca de oito atletas da equipe atuam pelo Alessandra, time que disputará semifinais em Campinas na mesma data e horário do confronto de Indaiatuba.
Com análise das vantagens e desvantagens, aposto numa final entre Independente e São Conrado.

Jogos Abertos
Até a tarde de quarta-feira, dia 10, Indaiatubana já havia conquistado 55 medalhas nos Jogos Abertos do Interior, em Santos, nove a mais do que no ano passado, em São Caetano do Sul.
O resultado é mais uma prova de que o pensamento da Secretaria Municipal de Esportes é um pouco equivocado. A pasta sempre prezou pela quantidade, ou seja, quanto mais atletas, mais chances de medalhas. Mas o tempo vem mostrando que não é bem assim. A equipe desse ano é menor que a do ano passado e já superou as conquistas de 2009.
As modalidades que medalharam foram: natação convencional e PCD, handebol feminino, ciclismo feminino e capoeira.
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Amador em fase decisiva
Por Jean MartinsSex, 05 de novembro de 2010 às 17h15 - Comentários: 0Visualizações: 0
Domingo, dia 7, acontecem às partidas das quartas de final da Série A do Campeonato Amador da Aifa. Agora é tudo ou nada. Quem tiver as melhores “armas” em campo chegará à final e consequentemente ao tão sonhado título da competição.
Futebol se ganha dentro de campo, mas não podemos sair da tradição desse esporte que é dar os famosos palpites antes dos jogos. Acredito que se não fossem os polêmicos “pitacos”, o futebol não seria um esporte tão apaixonante.
O primeiro jogo será entre Independente x Elite. A primeira equipe é franca candidata ao acesso, pois além de vir de uma campanha excelente na primeira fase, quando terminou na primeira colocação, tem um grupo mais experiente que o adversário, sem falar que joga com a vantagem do empate. Do outro lado, o Elite pode surpreender na velocidade e na habilidade de seus jovens jogadores.
O confronto entre XV de Novembro e Ecomechanics talvez seja o mais equilibrado. A única vantagem do time quinzista é o empate. As duas equipes não contam com jogadores “badalados”, mas se superam com um futebol copeiro, de muita raça e força de vontade.
Após anos longe do futebol local, o São Conrado voltou aos gramados no ano passado e já conquistou a Série B do Amador. Em 2010 montou uma equipe competitiva, com jogadores conhecidos da cidade. O time da Zona Sul não terá vida fácil contra o Boca Junior, mas deve sair com a vaga.
Por fim, o grande clássico entre Rêmulo Zoppi e Vila Avaí, os únicos campeões do Amador da Aifa. O Rêmulo Zoppi joga pelo empate, mas, sinceramente, não acredito que uma partida como esta fique na igualdade. O Vila Avaí aposta na garra de seus jogadores para tentar surpreender e acabar, pelo menos em 2010, com o sonho do tricampeonato do adversário. Já o Rêmulo Zoppi confia na experiência de seus jogadores, que há um bom tempo atuam juntos. Acredito que dará Rêmulo Zoppi mais uma vez.

Obs: Lembrando que posso queimar a língua e errar todos os palpites, mas são as minhas apostas. Faça as suas também.
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Mano convoca Seleção Brasileira
Por Jean MartinsSex, 29 de outubro de 2010 às 16h37 - Comentários: 0Visualizações: 0
O técnico Mano Menezes convocou nesta sexta-feira, dia 29, os 23 jogadores brasileiros que vão enfrentar a Argentina no amistoso do dia 17 de novembro, em Doha, no Qatar. Como das outras vezes, o treinador não esqueceu dos jogadores que atuam no Brasil. Mas o destaque mesmo ficou por conta do retorno do meia Ronaldinho Gaúcho (Milan), que não era convocado para a seleção desde março do ano passado.
Como todos os brasileiros, o Blog da Redação dá seus “pitacos” sobre os convocados de Mano.

Lista

Goleiros
Victor (Grêmio)
Jefferson (Botafogo)
Neto (Atlético-PR)

Os três vêm tendo bom desempenho no Campeonato Brasileiro, porém, sinto a falta do goleiro Júlio César. Espero que não esteja sendo crucificado pela falha contra a Holanda, na eliminação do Brasil na Copa da África do Sul.

Laterais
Daniel Alves (Barcelona)
Rafael (Manchester United)
Adriano Corrêa (Barcelona)
André Santos (Fenerbahçe)

Destaque novamente para a convocação de André Santos, que deveria ter sido nome certo na lista de Dunga na Copa do Mundo. Talvez se não tivesse saído do Corinthians e ficasse um pouco longe dos holofotes teria vestido a camisa do Brasil.

Zagueiros
Thiago Silva (Milan)
David Luiz (Benfica)
Alex Costa (Chelsea)
Réver (Atlético-MG)

Os três zagueiros são novos e brigam por vagas no setor mais carente na seleção, já que a zaga titular na Mundial da África do Sul não terá mais idade para disputar a Copa do Mundo de 2014.

Volantes
Lucas (Liverpool)
Ramires (Chelsea)
Sandro (Tottenham)
Jucilei (Corinthians)

Discordo com a convocação do Lucas e do Jucilei. O primeiro já teve outras oportunidades na seleção e não engrenou. O segundo tem atuações regulares no Corinthians, mas ainda não é jogador de seleção. Porém, o time está em período de testes e o volante corintiano já jogou com Mano.

Meias
Douglas (Grêmio)
Philippe Coutinho (Inter de Milão)
Ronaldinho Gaúcho (Milan)
Elias (Corinthians)

Apesar da convocação inédita de Douglas, o destaque entre os meias fica por conta do retorno de Ronaldinho Gaúcho. O jogador volta a ser chamado por méritos feitos dentro de campo e não por pressões vindas da presidência ou de patrocinadores. Muitos torcedores acreditam que Ronaldinho poderia ter sido o diferencial do Brasil na África do Sul.

Atacantes
Robinho (Milan)
Alexandre Pato (Milan)
André (Dínamo de Kiev)
Neymar (Santos)

Três atacantes habilidosos, ágeis e rápidos. Mesmo com alguns atos de indisciplina, o atacante Neymar volta a ser lembrado, após ficar de fora de duas listas. Ele não poderia ficar de fora, né?

Aparentemente, as convocações de Mano Menezes agradam a maioria dos brasileiros, principalmente por lembrar de jogadores que atuam no Brasil. O período ainda é de testes e muita gente nova deve vestir à amarelinha até o início das Eliminatórias.
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