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Almanaque - Dia 21 de Fevereiro
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Publicado em 22/02/2012 às 16h07Silvia Bolívar - silviabolivar@gmail.com
Grandes invenções
Um interessante livro, que mantenho sempre à cabeceira, lista as maiores invenções da humanidade. Há de tudo, desde a descoberta do antibiótico, até coisas prosaicas, como o chuveiro. Pense bem, antes dessa invenção, tomar banho era mais difícil. Ou havia a banheira (quem não poderia arcar com o custo, usava uma tina), cujo resultado era um banho nem sempre “limpo”, ou a água dos rios, que no inverno todo mundo queria distância.
Por isso a invenção do chuveiro é tido como um grande feito. Seus pequenos orifícios permitem que a água saia de uma forma uniforme, dando maior praticidade e economia na hora do banho. A ideia por trás dos chuveiros é bastante antiga. Sabe-se que já havia objetos semelhantes no Egito e na Grécia Antiga. O aquecimento da água era feito de forma separada, por meio da queima de lenha. Um recipiente recebia essa água que descia lentamente para o corpo de quem tomava banho.
Aliás, esse sistema um tanto arcaico é usado ainda hoje por arqueólogos em escavações em locais desertificados e isolados. Sendo que o balde que armazena a água varia de equipe por equipe. Na média opta-se por um recipiente com 10 litros de água morna. Quem padece sempre de falta de luz ou de água pode recorrer a esse primitivo, mas muito útil, banho (melhor do que o de “canequinha”).
Após a Revolução Industrial, o aquecimento a gás foi introduzido nos Estados Unidos e Europa. Não era a toa que esta forma de aquecimento tenha se difundido apenas nos países desenvolvidos, uma vez que a mesma requeria uma eficiente rede de distribuição de gás.
Como no Brasil essa rede ainda é incipiente (existe nas capitais e apenas em grandes cidades), criou-se o chuveiro elétrico – algo tão bom que vários países compraram a ideia, que está patenteada. A invenção data dos anos de 1940, com concepção bastante simples: uma resistência composta por metais com altos pontos de fusão (ou seja, que não derretiam com facilidade) aquecia a água. Entretanto, o aparelho não era muito seguro, uma vez que não possuía uma isolação eficaz. Na década de 60, com o uso do plástico, os chuveiros se tornaram menos “choquentos’ (mas ainda hoje, com tantos novos produtos, o choque ainda pode acontecer). Com um bom isolamento o chuveiro precisa de boa pressão de água para dar margem a boa regulação de temperatura. Uma casa sem pressão pode significar banho pelando, e com pingos aqui e ali, ou gelado.
Há uma infinidade de chuveiros elétricos, alguns com válvula de pressão.
Mas o melhor banho é aquele no qual se pode milimetricamente escolher a temperatura ideal e também a quantidade de água. E isso só pagando caro, infelizmente. A moradia pode ter um boiler, um aquecedor que esquenta e distribui a água quente por todos banheiros, ou um aquecedor solar, cujo preço ainda é elevado e deveria ser subsidiado pela União.

Serviços
Recadastramento de aposentados

Agora em março começa novo recadastramento de aposentados. A ação visa rastrear golpistas que ainda conseguem enganar a União e com isso, prejudicando os verdadeiros aposentados. O recadastramento é obrigatório a todos os segurados. Quem não passar pelo processo de prova de vida corre o risco de perder benefício. O objetivo é mostrar que o segurado está vivo (há golpes utilizando-se o nome de pessoas já falecidas) e se é a mesma pessoa cadastrada no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Atualmente, são 27 milhões de aposentados e pensionistas.
A prova de vida será feita no banco onde os segurados recebem os benefícios. Quem não comparecer à instituição financeira quando convocado corre o risco de perder o benefício. A medida tem por objetivo evitar pagamentos para quem já morreu.
A convocação será feita via correio - os segurados serão informados por carta até 60 dias antes da realização do procedimento - ou no momento da retirada do benefício no banco ou caixas eletrônicos. O beneficiário deve se identificar com documento com foto em qualquer agência, desde que este seja o seu banco pagador.
O INSS estuda procedimentos para facilitar o recadastramento, que já resultou em grande confusão desde que foi instituído. O processo não pode ser feito nos caixas eletrônicos. Os terminais só avisarão o aposentado para que procure um funcionário do banco.
Nos casos em que o segurado não puder comparecer ao censo por motivos de doença ou dificuldade de locomoção, entre outras situações, o procurador indicado pode procurar a agência para informar o caso ao INSS. O instituto enviará um servidor à residência do segurado.

Beleza
É hora de tratar dos cabelos

Para alguns sortudos, o ano começa a valer mesmo depois do Carnaval. Homens, mulheres e crianças costumam tirar uns dias de férias para aproveitar o verão.
Assim, ninguém liga muito para água salgada, ou de piscina, e nem sempre usa chapéu ou boné para proteger os fios da radiação solar. Há também o excesso de calor que faz todo mundo querer lavar os cabelos diariamente (quem tem cabelo seco deve se precaver). Então, quando acaba o Carnaval é que muita gente vai reparar que seu cabelo acabou virando uma espécie de “palha”.
Segundo Silvia H, do Salão da Silvia, é importante que nesse período as pessoas protejam seus cabelos, mesmo assim, no final de fevereiro, é sempre bom verificar o grau de dano para restaurar e depois poder manter os fios saudáveis, com brilho.
“Os raios ultravioleta agridem o fio de ponta a ponta. Com o vento e a exposição a produtos diários de limpeza, o cabelo fica mais poroso, áspero, ressecado e sem brilho”, explica. Em geral, um corte deve ser considerado. “Pontas secas devem ser retiradas para que o cabelo que está nascendo possa crescer com vitalidade”, diz. Há xampus específicos para esse tratamento pós-férias. No mercado brasileiro há bons produtos, mas os da marca Paul Mitchell ou Lanza realizam milagres. “É importante fazer uma boa hidratação profissional, com tempo certo para a ação de cada produto”, explica Silvia. Ela lembra que o sol não apenas resseca os fios, mas pode produzir oleosidade no couro cabeludo de algumas pessoas, como uma reação de defesa à agressão.
A Natura tem linha de produtos considerada de excelente eficácia que envolve desde o pré como o pós-sol. Além de produtos específicos a Natura faz importantes considerações para os cuidados pós-férias. Leia a seguir.

Cabelos Claros e com Reflexos
No verão, é importante levar em consideração que o cabelo clareia quando exposto ao sol. Assim, as pessoas que fazem reflexos devem saber que seus cabelos ficarão ainda mais claros. Ainda, cabelos clareados ou descoloridos apresentam maior tendência de ressecamento, exigindo mais hidratação.

Cabelos Tingidos
Um dos principais “inimigos” dos cabelos tingidos é o sol, que ajuda a desbotar a cor obtida. Nesse caso, a recomendação é aplicar diariamente nos cabelos um creme sem enxágue e com filtro solar, o que ajudará a reter a cor por mais tempo, além de dar mais brilho e luminosidade aos cabelos. Além disso, uma vez por semana ou quinzenalmente, é preciso fazer uma hidratação nos fios, em casa mesmo. Para cabelos extremamente danificados, o ideal é buscar ajuda profissional.

Cabelos Oleosos
Para evitar que os fios fiquem mais pesados, as pessoas com cabelos oleosos normalmente evitam o uso de condicionadores, cremes para pentear e máscaras. Porém, apesar de oleosos, no verão os fios também ficam ressecados e o ideal é a aplicação de produtos específicos para este tipo de cabelos.

Cor de Cloro
Muitas pessoas relatam o “esverdeamento” dos cabelos após exposição prolongada ao cloro. Na verdade, o que acontece é que para a manutenção da qualidade da água, além do cloro (que elimina os microrganismos) também são adicionados agentes algicidas (eliminam as algas), que contém cobre. Este metal se liga ao fio e sofre oxidação com o cloro, deixando a cor esverdeada. Para evitar, use uma linha de produtos com atividade anticloro.

Culinária
Pãezinhos de Cenoura

Ingredientes:
200 gramas de cenoura ralada
250 gramas de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de alecrim picado
2 ovos
2 colheres (sopa) de leite
Preparo: Numa tigela, misture os ingredientes secos e a cenoura ralada. Acrescente os ovos e o leite. Misture bem rapidamente. A massa fica pegajosa. Molde os pãezinhos com uma colher e coloque em assadeira untada. Pincele com azeite e leve ao forno pré-aquecido (180º). Asse durante 20 a 25 minutos, ou até ficarem douradinhos.

Charutos de Repolho


Ingredientes:
2 repolhos médios
3 litros de água
1 tablete de caldo de legumes
Recheio:
2 xícaras (chá) de arroz cru
600 gramas de linguiça moída
½ xícara (chá) de salsinha picada
suco de 1 limão
2 tomates sem sementes picados
1 cebola picada
sal e pimenta do reino a gosto
Para o cozimento:
3 tomates cortados em tiras
1 cebola grande fatiada
4 dentes de alho cortado em lâminas
louro, cebolinha verde picada, orégano e pimenta do reino em grãos à gosto
azeitonas verdes e folhas de manjericão a gosto
5 colheres (sopa) de molho de tomate
3 tabletes de caldo de carne dissolvidos em 1 litro de água
Preparo: Numa panela grande, ferva a água, dissolva o caldo de legumes e nesta mistura, fervente as folhas inteiras do repolho até murcharem. Reserve. Numa tigela, misture os ingredientes do recheio e reserve. Retire o talo branco das folhas do repolho e divida a folha em duas partes. Coloque uma colher (sobremesa) do recheio em cada uma das partes das folhas do repolho e enrole, fechando as pontas. Reserve. Numa panela de fundo largo, faça uma camada com os ingredientes do cozimento, coloque uma parte dos charutinhos lado a lado, cubra com mais ingredientes do cozimento e distribua o restante dos charutinhos. Regue com caldo de carne misturado com o molho de tomate. Cozinhe por aproximadamente 30 minutos. Sirva a seguir.
Dica: Se quiser, substitua a linguiça por carne moída.
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