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Espiões de John Le Carré voltam à telona
Longa-metragem O espião que sabia demais dá a primeira indicação ao Oscar para Gary Oldman
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Publicado em 27/01/2012 às 16h37Marcos Kimura - cultura@tribunadeindaia.com.br
Gary Oldman sai do tom habitual exuberante e compõe personagem contido
DivulgaçãoGary Oldman sai do tom habitual exuberante e compõe personagem contido
Os romances de John Le Carré são o contraponto para as tramas mirabolantes de James Bond. Seus espiões são pessoas comuns, sem charme ou atrativos especiais, que tem como preocupação principal sobreviver num negócio muito perigoso. O espião que sabia demais chega a Indaiatuba esta semana, trazendo esse retra- to da Guerra Fria sem re- toques. O filme já foi indi-cado ao Oscar de ator (pa-ra Gary Oldman), roteiro adaptado e trilha musical. O diretor é Tomas Alfredson, que fez a versão original sueca de Deixa ela entrar.

O ano é 1973 em plena Guerra Fria. O Serviço Secreto Britânico, também conhecido como MI6 e cujo codinome é Circus, luta para manter a paz com o serviço de espionagem de outros países, conservando o Reino Unido em segurança. O “cabeça” do Circus, conhecido como Control (John Hurt, de O Homem Elefante), envia, pessoalmente, o dedicado detetive Jim Prideaux (Mark Strong, de Sherlock Holmes) para a Hungria. Mas a missão de Jim acaba tomando um rumo inesperado e sangrento e Control é forçado a sair da Circus – assim como seu primeiro tenente, George Smiley (Gary Oldman), um espião de carreira com intuição aguçada.

Confira a matéria completa na edição impressa de amanhã da Tribuna.
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