A paulista Fernanda Andrade vem de carreira na televisão antes de estrelar sucesso momentâneo
DivulgaçãoA protagonista do recordista de bilheteria já tem propostas de trabalho
De vez em quando, um projeto alegadamente barato é lançado e se torna sucesso instantâneo. Foram os casos de El Mariachi (1992), A Bruxa de Blair (1999) e, recentemente, Atividade paranormal (2007). Filha do mal se encaixa nessa categoria, tendo derrubado Missão: Impossível 4 do primeiro lugar das bilheterias americanas e arrecadado até semana passada US$ 51 milhões para um orçamento alegado de US$ 1 milhão. Outra semelhança com A bruxa de Blair e Atividade paranormal é o estilo documentário da filmagem, assim como no espanhol REC.
Seria um fenômeno, a não ser por um detalhe: da primeira para a segunda semana, a arrecadação despencou de mais de US$ 34,5 milhões – a maior para a primeira semana de janeiro na história – para US$ 8 milhões. Isso significa o quê? Que é mesmo uma bomba alavancada tão somente pelo trailer e pelo slogan publicitário: “O filme que o Vaticano não quer que você veja”.
Em 1989, os atendentes da emergência recebem uma ligação pelo 911 de Maria Rossi (Suzan Crowley) confessando que havia matado brutalmente três pessoas. Vinte anos mais tarde, sua filha Isabella (a brasileira Fernanda Andrade) tenta compreender a verdade sobre o que aconteceu naquela noite. Ela viaja até o Hospital Centrino para Criminosos Insanos na Itália, onde sua mãe foi detida, para determinar se ela é doente mental ou se está possuída pelo demônio. Quando ela recruta dois jovens exorcistas (Simon Quarterman e Evan Helmuth) para curarem sua mãe usando métodos não convencionais que combinam ciência e religião, eles se deparam com o mais puro mal, na forma de quatro poderosos demônios que possuem Maria.
A paulista Fernanda Andrade tem 27 anos e mora nos EUA desde os 11, estreou no longa-metragem de baixo orçamento Why am I doing this? (2009) e fez participações em séries como The mentalist, CSI: NY e Law & Order: LA. “Nós que participamos do filme só queríamos vê-lo no cinema”, disse à agência Efe. “Sonhava com este sucesso, mas não esperava, o que aconteceu é incrível”. Sobre sua personagem, ela diz: “Isabella tem a mesma idade que a mãe quando aconteceu aquilo e tem medo que possa acontecer o mesmo com ela”. A repercussão da bilheteria, mesmo que efêmera, já lhe rendeu convites para novos trabalhos, provavelmente, em papéis similares. “Não sou fã do terror, não me deixavam ver este tipo de filmes quando era pequena. Quero fazer trabalhos bons, inspiradores”, declara.
Clássico A Bela e a Fera retorna ao cinema em 3D
DivulgaçãoAnimação foi o primeiro filme do gênero a conseguir indicação na categria principal do Oscar
O clássico mágico A Bela e a Fera, da Disney, retorna aos cinemas em formato 3D. O filme mostra a fantástica jornada de Bela, uma alegre e linda jovem que se torna prisioneira de uma fera cruel em seu castelo. Apesar de sua precária situação, Bela faz amizade com os empregados encantados do castelo — um bule de chá, um candelabro e um relógio de pêndulo, entre outros — e por fim consegue ver além do exterior da Fera e descobrir o coração e a alma de um príncipe.
A Bela e a Fera foi o primeiro longa de animação a ser indicado ao Oscar na categoria de melhor filme. O filme foi indicado a seis prêmios da Academia e ganhou o Oscar, de melhor canção, para a dupla Alan Menken e Howard Ashman, e o de melhor trilha sonora (Menken).
Foi o primeiro longa de animação a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões no lançamento inicial. Três anos depois do lançamento do filme, A Bela e a Fera chegou à Broadway. O musical estreou no Palace Theatre e foi apresentando em Nova York em 5.464 exibições entre 1994 e 2007, tornando-se a oitava produção que mais tempo ficou em cartaz. A peça foi encenada em 13 países e 115 cidades e continua a encantar plateias em todo o mundo.