Silvio Santos vem aí
Tempos atrás um prefeito da região decidiu mudar de partido e, para tentar impressionar os novos colegas de legenda, levou uma caravana para prestigiar o evento de filiação. Funcionários comissionados deste prefeito foram obrigados a prestigiar o evento, como se fossem súditos e o alcaide fosse o seu rei. Para dar mais brilho, os funcionários públicos foram divididos entre si e obrigados a levantarem bandeirinhas com nomes de outras cidades, para simular que o tal prefeito era querido em toda a região. Ficou igualzinho às caravanas das colegas de trabalho de Silvio Santos.
Castigo
O pior não foi participar do evento por livre e espontânea pressão, sem ganhar nem um lanchinho. O mais triste é que naquele dia era transmitido o último capítulo de Insensato Coração. Mas, como diz o ditado: “Quem pode manda, obedece quem tem juízo”.
MEDO
Eduardo Turati
As vans escolares são obrigadas a passar por vistoria do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) no início do ano. Mas os motoristas também deveriam ser avaliados. É impressionante como alguns são barbeiros, não obedecem placas de “Pare” e às vezes dirigem em alta velocidade. Dá até medo de deixar o filho andar num veículo desses. Porém, são exceções. A maioria respeita as leis de trânsito.
Estranho
A Tribuna ficou sem entender o que se passa com a secretária municipal da Assistência Social, Vera Canali. Na semana passada ela foi questionada, via Assessoria de Comunicação, sobre o funcionamento de uma entidade sem autorização da Prefeitura.
Holofotes
Quando a resposta chegou pela assessoria, a informação é de que não poderíamos usar o nome da secretária, pois a resposta era de uma comissão da secretaria. Por que quando o assunto é “delicado” a secretária não pode se comprometer?
Dica
Enfim, o que importa é que a população precisa ficar atenta às instituições que saem por aí pedindo dinheiro, mas não estão regularizadas perante os órgãos responsáveis. As intenções das pessoas que estão por trás destas entidades podem até ser as melhores possíveis, mas é preciso estar dentro da lei e prestar contas do que se arrecada e dos repasses que eventualmente são feitos por órgãos públicos.