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Dropes - Dia 11 de Outubro
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Publicado em 14/10/2011 às 10h57Cynthia Santos - redacao@tribunadeindaia.com.br
Intere$$e
Nunca antes na história desta cidade se viu tanta gente interessada em ocupar o cargo de superintendente da Fundação Pró-Memória. Nada menos que 72 pessoas se candidataram à vaga deixada por Marcelo Cerdan. Compreensível, já que o salário gira em torno de R$ 12 mil. Dizem que tem gente pedindo até para vereador mexer os pauzinhos com o prefeito Reinaldo Nogueira (PMDB). Porém, quem escolhe o ocupante do cargo é uma comissão formada por membros do conselho da fundação. Ainda bem! Tomara que escolham alguém realmente competente.

Queima filme
Escolher gente competente já não foi o forte do ex-prefeito José Onério. Ele colocou seu irmão, capitão Nelson Lopes da Silva, para ser superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). E o que tem de “bucha” do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em cima dele não está escrito.

Queima filme 2
Já houve decisão desfavorável sobre pagamentos de remuneração indevida e agora o Tribunal está questionando uma licitação para construção de barragem no Rio Capivari-Mirim. Isso sem contar a contratação da empresa para construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Está aí a prova de que não dá para ser nepotista e ao mesmo tempo bom administrador.

Planos
Eduardo Turati
Diz a lenda que o prefeito Reinaldo Nogueira tentará a reeleição, mas dois anos depois tentará alçar voos maiores em nível estadual. Uma das pretensões seria se lançar candidato a governador do Estado pelo PMDB. Se tudo der certo, Indaiatuba poderá ser governada pelo vice, ainda a definir.

Superstição
Falando em prefeito, quando era do PDT, ele tinha verdadeira fixação pelo número 12. Será que a mania continua ou agora a fixação é pelo 15, número do PMDB?

Novo alerta
Após o aviso da semana passada sobre ao assaltos próximo ao shopping, uma leitora avisa que outra região perigosa é a Vila Todos os Santos. Segundo ela, várias casas vêm sendo alvo de arrombamentos. Os ladrões estariam se passando por vendedores, com pastinhas na mão, para não levantar suspeitas.

Irregularidade
Pelo menos um bar na cidade vem cometendo uma prática ilegal em relação aos seus funcionários. Dizem que o tal estabelecimento cobra 10% de serviços dos clientes, mas repassa somente 4% aos garçons. O restante, fica para cobrir gastos com copos e pratos quebrados pelos clientes. Não é à toa que está difícil arrumar funcionários neste tal bar.
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