HomeNotíciasDropes › Dropes - Dia 29 de Novembro
Dropes - Dia 29 de Novembro
Compartilhe:
Tamanho do texto: AAAAAA
Publicado em 30/11/2011 às 10h52Cynthia Santos - redacao@tribunadeindaia.com.br
Custa muito
Já tratei do assunto na coluna, mas na semana passada pude sentir na pele como é o atendimento na Farmácia de Alto Custo da Prefeitura. Quem chega ao local, na Rua Siqueira Campos, não tem como saber onde pegar senha para o atendimento no alto custo, já que não existe um aviso sequer na parede e ninguém para orientar. Então, é grande o número de pessoas que acabam pegando senha para o atendimento convencional e depois têm que pegar senha para o atendimento correto.

Paciência
As senhas começam a ser distribuídas às 8 horas, po-rém, o atendimento só ocorre a partir das 9h. Um dos pon-tos negativos é que tanto as pessoas que buscam informações quanto as que vão dar entrada em protocolos são atendidas pelas mesmas pessoas. Será que é muito difícil a Secretaria Municipal da Saúde fazer um balcão separado?

Burocracia
Além disso, o atendimento é feito de segunda a quinta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h. Ques-tionada, a Secretaria de Saúde, via Assessoria de Co-municação Social, diz que, além do atendimento ao pú-blico, os funcionários da Farmácia de Alto Custo têm trabalhos burocráticos a fazer, como o preenchimento de formulários dos medicamentos entregues, para posteriormente prestar contas ao governo estadual.

Justificativa
E por que não atendem ao público às sextas-feiras? “Nas sextas-feiras os funcionários vão até o almoxarifado da Direção Regional de Saúde (DRS 18), em Campinas, para retirar os medicamentos que serão disponibilizados pela Farmácia de Alto Custo do Município”, alega a assessoria. Está mais do que na hora de contratar mais funcionários para a farmácia, não é? Fechar uma repartição porque todos os funcionários que trabalham nela foram para outra cidade é o fim do mundo.

Cobrança
Por acaso o Conselho Municipal de Saúde tem conhecimento disso? Se tem, o que fez até agora? Não falo apenas por mim, não. Grande parte das pessoas que frequenta a farmácia são idosos. Aliás, algum vereador já se dignou a ir até lá para ver como funcionam as coisas e cobrar melhorias da administração municipal?

Protocolo
Para completar o calvário de quem frequenta a Farmácia de Alto Custo, há uma série de documentos que eles pedem para quem precisa de medicamentos. Alguns, desnecessários: chegam a pedir CPF para crianças e há relato de uma médica com uma paciente de 70 anos que é obrigada a fazer o exame de Beta HCG, que verifica se a mulher está grávida, a cada renovação de pedido de remédios.

Mudança
Vamos ver se com a mudança da farmácia no próximo ano para o bairro Cidade Nova as coisas melhoram (Leia mais na página 5). A Tribuna traz a notícia com exclusividade nesta edição, depois de muito suar para apurá-la. Se dependesse da Assessoria de Comunicação, íamos dar esse furo somente em 2012.
Compartilhe:
Tamanho do texto: AAAAAA
Comentários (0)