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Bebê é esquecido em creche no Morada do Sol
GM pulou o muro e arrombou janela do berçário para retirar criança
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Atualizado em 20/06/2011 às 19h59Publicado em 17/06/2011 às 19h05Manoel Miranda - redacao@tribunadeindaia.com.br
Após susto, bebê deixado em creche no Jardim Morada do Sol é entregue a mãe
Ana PolastriApós susto, bebê deixado em creche no Jardim Morada do Sol é entregue a mãe
Funcionários de uma creche particular no Jardim Morada do Sol esqueceram um bebê de sete meses no berçário na quarta-feira, dia 15. O pai da criança chegou para buscá-la com cerca de 15 minutos de atraso e encontrou o local fechado. Sem conseguir contato com a proprietária da creche, ele acionou a Guarda Municipal que arrombou o local para retirar a criança.

O motivo do esquecimento seria o atraso do pai da criança, Paulo Robson de Souza Magalhães, de 25 anos, diante do horário de saída dos atendidos que é às 18h30. O período de tolerância de atraso é de meia hora, entretanto, o pai teria chegado por volta das 19h15 no local.

Imediatamente, Magalhães entrou em contato com a proprietária da creche, mas não obteve retorno. Desesperado, o pai ainda passou pelo pronto-socorro da Unidade de Pronto Atendimento Dr. Mário Paulo (Mini-Hospital) em busca do filho e depois a sede da Guarda Municipal, para pedir ajuda.

A GM retornou ao local junto com o pai e a mãe do bebê, Ana Paula da Silva, de 21 anos. Um dos guardas conseguiu ouvir o choro do bebê e pulou o muro da creche. Para chegar ao berçário, ainda foi necessário arrombar uma das janelas. O guarda conseguiu encontrar o bebê que estava chorando e aparentemente espantado.

Depois do susto, a criança foi entregue aos pais e por medida de precaução, foi levado ao Mini-Hospital, mas nada de anormal foi constatado com a saúde da criança.

Erro
A reportagem da Tribuna entrou em contato com a proprietária da creche na quinta-feira, dia 16, mas não obteve retorno. A auxiliar administrativa Sirlene Gonçalves, de 35 anos, disse que a proprietária não tinha ido trabalhar, pois estava sob cuidados médicos.

A funcionária, que representou a proprietária do local, atribuiu o esquecimento da criança a uma “falha humana”, e que em 30 anos de experiência, a dona da creche nunca havia vivenciado situação parecida. De acordo com Sirlene, o “mais importante é que o bebê está bem” e que tinha retornado à creche na quinta-feira, dia 16.

Mãe deixa filha sozinha em casa no Aldrovandi
Dona de casa deixou bebê sozinho e teria ido buscar outras crianças de quem é babá
Eduardo TuratiDona de casa deixou bebê sozinho e teria ido buscar outras crianças de quem é babá
A Guarda Municipal encontrou uma criança de um ano e três meses, que foi deixada sozinha pela mãe por 1h30 em sua casa no Jardim Carlos Aldrovandi. A ocorrência foi atendida na manhã de ontem, dia 17, quando a GM chegou à residência por meio de denúncia anônima. A mãe da menina A.L.S., a dona de casa Fabiana Aparecida Lema da Silva, de 30 anos, havia saído para buscar duas crianças em outra residência no mesmo bairro para cuidar.

A informação chegou aos guardas por meio de uma denúncia no Centro Operacional de Atendimento e Despacho (Coade), que apontava que uma criança de um ano e três meses teria sido deixada sozinha pela mãe em uma viela na Rua Onze, nos fundos do número 128, no Jardim Carlos Aldrovandi.

Os GMs foram ao local e, ao subir no muro, constatou que a criança estava sozinha, dormindo no interior da residência. Diante dos fatos, os guardas municipais acionaram o Conselho Tutelar.
A dona de casa, que tem quatro filhos, disse que deixou o bebê sozinho em casa, porque iria pegar outras duas crianças na Rua Dez do mesmo bairro, dos quais ela cuida para ajudar no orçamento familiar.

Fabiana contou a reportagem da Tribuna que dois filhos dela ficam na casa da mãe e o outro, de um mês e quatro dias, nasceu prematuro e se encontra internado na ala pediátrica do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc).

Ao chega ao local, o marido da dona de casa, o tratador de cavalos Galileu Ferreira da Silva, de 41 anos, ficou revoltado com a situação e proibiu a mulher de continuar cuidando de outras crianças, dizendo que “o que ganhava era o suficiente para o sustento da família”.

O conselheiro tutelar chegou ao local por volta das 8h45 de ontem e acabou não levando mãe e filha para o conselho, pois a criança tinha consulta marcada no mesmo dia. De acordo com o conselheiro, a família já recebe os amparos do Conselho Tutelar, porém receberá um acompanhamento a mais por conta do acontecido.
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