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Baleado no Rêmulo Zoppi fica paraplégico
Pedreiro sofreu lesão na coluna cervical e ainda permanece internado
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Atualizado em 30/08/2010 às 16h51Publicado em 27/08/2010 às 18h25Manoel Miranda - redacao@tribunadeindaia.com.br
O pedreiro Marcos Vinícius Trevizan, de 42 anos, baleado em frente a sua residência no Jardim Rêmulo Zoppi na madrugada do dia 19 de agosto, está paraplégico. A informação é da assessoria de imprensa do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc).

O projétil de calibre 7,65 perfurou o pulmão da vítima e alojou-se na coluna cervical, ocasionando um trauma raquimedular, que o deixou paraplégico, sem os movimentos da cintura para baixo. Trevizan, que já saiu da Unidade Semi-Intensiva, foi para a ala masculina do hospital e permanece no mesmo quarto onde está internado o frentista Anderson Souza da Cunha, 22 anos, que matou a esposa Talita Kesia Bueno com oito facadas. Ambos estão sendo escoltados pela Polícia Militar.

Para a família do pedreiro, permanecer no quarto sob a proteção policial é mais seguro, em função das ameaças de morte que ele sofreu logo depois de ser baleado.

Dias depois do atentado, peritos do Instituto de Criminalística (IC) de Campinas estiveram na residência no Jardim Rêmulo Zoppi. A mãe do pedreiro entregou à perícia cinco cápsulas e dois projéteis calibre 7,65, depois que o filho recebeu ameaças pela mesma pessoa que efetuou os disparos. O acusado reside no Jardim Oliveira Camargo e ainda não foi procurado pela polícia.
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