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Silvia em Revista - Dia 2 de Abril
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Publicado em 04/04/2011 às 12h05Silvia Bolívar - silviabolivar@gmail.com
Take 1
Acontece nos dias 14, 15, 16 e 17 de abril a quinta edição do Take 1 - Mostra de Cinema e Vídeo de Indaiatuba. A programação é gratuita e apresenta 40 curtas-metragens de vários estados brasileiros produzidos recentemente. As exibições acontecem nos Cinemas Multiplex Topázio e no Casarão Cultural Pau Preto.
A iniciativa foi viabilizada após aprovação do projeto no Ministério da Cultura por meio da Lei de Incentivo Rouanet. A idealização e realização tem a assinatura do cineasta Marcos Otero. Mais informações: 3835-4469, 8198-3978 e 8126-0185 com Dina de Aquino e André da Silva.

Infraero avança
Várias casas em chácaras pequenas já estão demarcadas e algumas já demolidas. Tudo na divisa de Indaiatuba e Campinas, onde estão as desapropriações.
Me preocupa um restinho de mata atlântica e mata ciliar que percorre o Capivari-Mirim, em Helvetia. Nela são encontrados muitos mamíferos e aves. A sede da centenária fazenda que os imigrantes suíços compraram no final de 1880 também pode ser derrubada.
Tudo por “culpa” do prefeito de Campinas, que virou a área de expansão de Viracopos poupando a prefeitura de arcar com milhares de desapropriações em áreas invadidas no Campo Belo, São Domingos e Jardim Itaguassu.

Ônibus superlotados
Eduardo Turati
Matéria na TV Record mostrou crianças amontoadas sendo levadas em ônibus da Guaianazes para a escola. Será que já não passou da hora da Prefeitura intervir? Afinal, as empresas são “contratadas” (as aspas são propositais) com o “nosso” dinheiro.
Para as Prefeituras (e bolsos de empresários) a terceirização de diversos serviços passou a ser praxe. Terceiriza-se tudo. Há transparência? Aqui em Indaiatuba ainda não houve nenhum escândalo, por assim dizer. Estaria, pois, tudo “nos conformes”.

Suplemento
Muita gente está elogiando o ótimo trabalho dos jornalistas da Tribuna que fizeram um caderno especial abordando a expansão imobiliária de Indaiatuba.
Ficou ótimo e bem detalhado.
Por outro lado, leitores se mostraram preocupados. Será que a cidade aguenta mais gente morando aqui? Tem infraestrutura para tanto? Há estudos desse impacto no meio ambiente e social?

Curso de gestante
Mais uma vez a coluna dá os parabéns para o Rotary Club pela realização do Curso de Gestantes. O presidente Carlos Waldir de Genaro e sua esposa Cleidil estão contentes com o resultado alcançado. É um trabalho sério e que resulta em muitos benefícios.

Centro de Reabilitação Animal e Zoonoses
Em resposta a nota e carta publicadas na coluna anterior o secretário de Governo, Odair Gonçalves, envia os seguintes dados. Entrou em atividade em abril de 2009 no Recreio Campestre Joia, onde funcionava o antigo Matadouro Municipal. O local que abrigará o Centro de Reabilitação Animal e Zoonoses e que foi totalmente reformado. O prédio conta com uma sala para veterinário, dois banheiros, um gatil, canil, espaço para animais de médio e grande porte, escritório, depósito, sala para filhotes, canil de isolamento, área antiestresse e sala de cirurgia, onde poderão ser feitas as castrações.
Castração - A Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Urbanismo e do Meio Ambiente, em parceria com quatro associações ligadas a animais, iniciou em agosto de 2009 o programa de castrações gratuitas de cães e gatos, realizados por uma médica veterinária no centro de reabilitação animal e zoonoses. São feitas gratuitamente 50 castrações por semana e os animais vêm através de quatro entidades: Associação Voluntária Amigos dos Animais de Indaiatuba (Avaai), Associação Protetora dos Animais de Indaiatuba (Aprai), União Protetora dos Animais de Rua de Indaiatuba (Upar) e Grupo de Amigos em Prol dos Animais (Gapa).
Telefones úteis: 9771-5590 (Avaai); 3835-7134 (Aprai); 3016-8561 ou 3016-7529 (Gapa); e 9779-4444 ou 3016-8263 (Upar). O telefone do Centro de Reabilitação Animal e Zoonose é 3036-2782.

Carta
Delegacia de Defesa Animal
Silvia e demais leitores, permita-me dar um pitaco a respeito da Delegacia de Defesa Animal, na qual nosso nobre vereador Linho vem trabalhando (nota na coluna de 19 de março). Gostaríamos de conhecer o mecanismo para tal, pois temos órgãos fiscalizadores com enorme competência para nos dar respaldo ao segmento, Ibama e Polícia Federal Ambiental. A meu ver, temos que combater os traficantes, que capturam nossa fauna (diversas) e comercializam clandestinamente (caso de Polícia), pois assim seria um enorme avanço em proteção ao meio ambiente, pois temos centenas de criadores comerciais que produzem grande número de espécies de nossa fauna, devidamente cadastrados e homologados no Ibama, para comercializar, devidamente documentada com nota fiscal, pagando seus impostos, salvando principalmente passeriformes de extinção. Vamos combater a ilegalidade, e dar total credibilidade a bichos devidamente documentados! – PS: Criar é legal.
Abraços,
Ednei Pavarotti David

R: Caro Ednei, tenho a impressão que o vereador Linho enfoca a criação da Delegacia no sentido de agilizar a ação em relação a crimes contra animais (cães castrados sem anestesia, cavalos que desmaiam de tanto apanhar, entre outros). A comercialização de animais cadastrados pelo Ibama não é alvo de nada, já que são legais. Abraços.

Saudade dos radares
Cara Silvia, gostaria de usar sua coluna para levantar a questão dos radares.
Recentemente foi desativado o radar de ex-cesso de velocidade que fica na avenida do Par-que Ecológico próximo à Rua Dom José, antes do semáforo com a Rua Padre Vicente Rizzo, no Pau Preto. Deu até nos jornais. Ou seja, os interessados entenderam que agora podiam acelerar.
Como não há mais o radar fotográfico, os nossos motoristas estão acelerando tanto, que não conseguem parar no sinal vermelho situado logo à frente.
No dia 26 de março às 8h15, eu e mais um caminhante habitual esperamos o sinal fechar para atravessar a Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé na faixa de pedestre, quando uma Meriva preta não respeitou o sinal vermelho e continuou na sua velocidade, visivelmente, acima de 60 km/h, quase nos atingindo.
É muito claro que os motoristas infratores não necessitam de mais educação para respeitar as leis. A orientação do “certo e errado” já foi dada na Autoescola e nas renovações da Carteira Nacional de Habilitação.
A solução é penalizar o infrator para valorizar o respeito às leis. E não ao contrário, como ocorre hoje: alertas de que o radar existe adiante, divulgação nos jornais do local e horário de seu funcionamento, etc., que motivam o motorista a continuar infringindo as regras.
O procedimento certo ocorre em países sé-rios, como a Espanha, onde os radares estão posicionados em helicópteros, e mesmo camuflados em carros em movimento no trânsito nor-mal. Isso é um exemplo de fiscalização séria. Lá, ninguém chama isso de “indústria da multa”.
Assim, meu pedido ao Demutran é que os radares desativados voltem a funcionar urgentemente, de preferência bem escondidos, para realmente penalizar os infratores. Ou então, instalem as câmeras no semáforo para coibir o avanço de sinal vermelho, antes que aconteçam acidentes graves. Abraço,
Osvaldo Belintani

R: Oi Osvaldo, infelizmente no Brasil temos, sim, indústria da multa, como bem mostrou ótima reportagem no Fantástico. Mas sempre digo que, para não dar dinheiro de graça, é só respeitar o limite de velocidade. Assim, perde a Prefeitura e a empresa contratada. Abraços.

Japão
Olá Silvia como vai? Gostaria de descrever um depoimento que assisti na tv japonesa. Logo após a tragédia os locais mais altos serviram de abrigo para as pessoas que conseguiram fugir do tsunami. Eram moradores que perderam tudo e passariam a dormir em seus veículos. Num desses locais havia uma loja de conveniência, comuns no Japão, onde o gerente juntamente com moradores menos atingidos começaram a dividir o estoque que possuía na loja e em casa. Com o que tinham, conseguiram alimentar as pessoas que não tinham onde passar à noite gelada a não ser em seus carros. O repórter perguntou se esse gerente não deveria estar com a família e ele respondeu que as pessoas que estavam ali precisavam mais dele do que sua família, pois esta estava bem. O local foi reconhecido pelo governo e começou a receber a ajuda na medida do possível. Para nós parece estranho essa atitude do gerente, mas as vezes precisamos agir com a razão e o coração para que possamos superar qualquer obstáculo mesmo que parecendo tudo perdido. Que alguns exemplos positivos do povo japonês possam ser seguidos por nossos políticos. Um abraço Silvia e até mais.
Érika Kikuchi Takenaka

R: Oi Érika, que povo maravilhoso. Organizado e sensível. Abraços.

Formatura na Anhanguera
Nós da comissão gostaríamos de esclarecer os assuntos relacionados à Colação de Grau Oficial. A Faculdade Anhanguera de Indaiatuba faz aos formandos a formatura de Grau Oficial, portanto essa formatura é realizada da seguinte forma: Eles separam qualquer uma das salas da faculdade, não colocam nenhuma decoração, não dão beca, não tem cerimonial, não tem professor homenageado, não tem formando homenageado, não tem hino do Brasil e da cidade, não tem presentes para os professores homenageados e nem flores, não tem foto nem vídeo, ou seja, eles reúnem os formandos na sala, pedem para assinar a ata de formando e entregam o certificado do curso, simples assim.
O que nós da comissão tentamos fazer, e que não teve nenhuma ajuda da faculdade: Reservar o local - Câmara Municipal de Indaiatuba - (que a professora Patrícia conseguiu), conseguir becas (tínhamos conseguido), ter canudo, ter decoração, entrega de presentes ao professores homenageados e formando homenageado, ter cerimonial, ter hino do Brasil e da cidade, decoração do local, ter foto e vídeo, etc.
Por quê não conseguimos tudo isso?
Porque envolve dinheiro, e muito, pelo que cotamos, se já foram poucos os formandos que fecharam a formatura, imagine quem ia pagar para ter a colação? Sendo que não conseguimos nenhum patrocínio e nem a faculdade para nos ajudar com essas despesas. Envolve também tempo para organizar o local e tudo o que envolve a colação como por exemplo reunião para pegar as becas, fazer as homenagens por escrito, escolher flores para decoração entre outros.
Por esses motivos cancelamos a colação oficial “justa” que deveríamos ter na Câmara Municipal. Se alguém se propõe a fazer tudo isso, boa sorte.
Comissão de Formatura

R: Formandos queridos, sinto muita pena por vocês não poderem realizar esse lindo e inesquecível
momento. A Comissão já esgotou as negociações com a Faculdade? Um bom argumento é que a ajuda valoriza mais uma entidade que vive das mensalidades dos próprios alunos. Torço para que o sonho ainda aconteça. Abraços.

Semop
Oi Silvia! Vou comentar sobre a prontidão do senhor secretário de Obras. Onde moro, quando estou em Indaiatuba, existe uma praça chamada Luiz Narezzi e ela está abandonada. A pista de cooper esta cheia de buracos e pedras soltando, a iluminação é precária proporcionando atitudes desagradáveis de se ver ao anoitecer - ponto de drogas e namoros. Nessa praça muitas pessoas caminham, correm, levam seus pets para passear, jogam vôlei, futebol, mas somente durante o dia, a noite é perigoso! Até para ser construída tivemos problemas pois os dirigentes nos diziam que rico não precisa de praça! Só pagar impostos, né?!
Gostaria que o senhor secretário agisse com esta prontidão que você citou. Já reclamei varias vezes! Será que agora vai? Beijos.
Marisa Narezzi

R: Oi Marisa, rico tem direito a praça, sim! A Semop certamente vai se mexer. Beijão.
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