HomeNotíciasSilvia em Revista › Silvia em Revista - Dia 4 de Junho
Silvia em Revista - Dia 4 de Junho
Compartilhe:
Tamanho do texto: AAAAAA
Publicado em 06/06/2011 às 14h59Silvia Bolívar - silviabolivar@gmail.com
Rodízio
Comerciantes e moradores em trechos das ruas Padre Bento Pacheco, Voluntário João dos Santos e Pedro de Toledo reclamam que a Telefônica tem feito uma espécie de rodízio de internet. Um dia falta conexão aqui, em outro ali, e mesmo após reclamações, nada se resolve. Uma moradora ouviu dos técnicos que eles não conseguiam descobrir a causa do defeito.

Guaianazes. De novo!
Moradores do Jardim Carlos Aldrovandi ligam pedindo socorro. O horário de ônibus é mal calculado e nos fins de semana raros são os que passam no bairro. Será que a Guaianazes não é fiscalizada corretamente pela Prefeitura?

Inaugurações
A Elitte Buffet e Eventos já mostrou sua qualidade no convite de inauguração enviado para a imprensa. Deliciosos bombons. A Elitte fica na Rua Amazonas, 216. Parabéns.
A TAM Viagens também se destacou na bela festa de abertura de suas atividades em Indaiatuba.

Kit Gay
Agora a Dilma veta o material que ganhou o nome de Kit Gay. Confiou em seu ministro da Educação e se sentiu traída. Tudo bem, joga-se fora milhares de kits e faz-se outro contra qualquer tipo de preconceito.
Quanto foi gasto para fazer o Kit Gay? Quem vai devolver esse nosso dinheiro jogado fora?

Português ‘errado’
Coitado do ministro Haddad, da Educação. Está causando polêmica. Embora filha de mestre em sociolinguística pela Unicamp e professor em faculdade federal na matéria, devo dizer que não concordo com o “ensinar errado”. (Para os linguistas nada é errado; se o povo fala daquela maneira, então, está certo.)
Não li todo o livro, mas sim parágrafos inteiros com “nós pega” e “ os livro estão”. Mas não é melhor ensinar o que é aceito como correto para que aquele aluno não tenha problemas mais tarde quando fizer um concurso público, por exemplo, ou prestar vestibular em concorridas faculdades?
Há, sim, “preconceito linguístico”, mas nem por isso deve-se aceitar “nós vai, nós pega”.

CaiCai
A ampliação e pavimentação do trecho de terra na Rodovia Paulo de Tarso Martins ficou ótima. Pena que as árvores lindeiras tenham ficado assim, quase dependuradas

Junina em Helvetia
A mais tradicional festa junina da cidade é no outro sábado, no pátio no entorno da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, em Helvetia, a partir das 17 horas. Imperdível.

Pairando no ar
Escândalos em contratos públicos em Campinas, desmantelamento de quadrilha de roubo de carga de caminhão nas cercanias. Será que essa onda vira tsunami?

Ler livros
Foi com prazer que a coluna constatou a quantidade de jovens comprando livros na Laselva.
Estava um dia lá escolhendo minhas próximas compras e, naquela hora em que lá fiquei vi muitas vendas para o público que vibrou com vampiros bonzinhos e agora se encantam com anjos na Terra.

Castração
Vendo esses verdadeiros zumbis em cracolândias brasileiras uma questão se faz presente. Não daria para as prefeituras, governos estaduais e até mesmo a Presidência elaborar um programa para evitar a gravidez das mulheres desse subgrupo? Filhos já nascerão com problemas e, se conseguem nascer sadios, são imediatamente vendidos por R$ 50 (isso mesmo, cinquenta reais) para alimentar o consumo da droga.
Pode ser em forma injetável, dispositivo intrauterino ou laqueadura das trompas. Sairá caro, mas até aceitaríamos pagar para não vermos tantos bebês com vidas breves.

Carta
Haoc
Oi Silvia, sou leitora assídua da sua coluna. Compartilho com você e seus leitores o relato que fiz ao plano de saúde do Haoc.
Sou cliente do plano de saúde desde 11 de 2000. Sei que com o passar dos anos houve um grande acréscimo no número de vidas. No começo foi uma maravilha. Hoje com o crescimento do plano e o fim do convênio com o Hospital Santa Ignês a coisa ficou mais difícil. Hoje minha filha levantou com os olhos inchados e foi passar pelo atendimento na Presidente Vargas e só abria às 9 horas (chegamos às 7h40). Foi até o pronto atendimento do hospital. Só tinha um clínico para atender o pronto-socorro e o autoatendimento. Um único médico para atendimento e quando chegou no PS um trauma ele deixou de atender para ir para a urgência. Não é a primeira vez que isso acontece Só tinha uma pessoa na frente dela e ela teve que ficar 1h30 para ser atendida. Isso não pode acontecer. Indaiatuba cresceu, os problemas também, mas também tem que crescer a estrutura no atendimento. Ao invés disso, retroagiram, pois agora só temos um hospital para atendimento e um pronto atendimento que não funciona 24 horas.
Eunice Pires Machado Scarton

R: Querida Eunice, pessoas próximas fizeram queixas semelhantes. De fato, o plano deveria ter ampliado seu quadro de profissionais. A cidade cresceu muito. Abração.

Corrupção
Sílvia, uma pergunta que todos nós gostaríamos de saber: Como enriquecer? Será que o acontecido em Campinas é normal? Então investiguem aqui também. Esqueci, aqui tem MP (Ministério Público)?
É tão simples cair na malha fina, pois na malha grossa ninguém cai. Estou cansado do senhor Bruno Ganem ficar ligando para tomar cafezinho na Câmara, enquanto isso deixa de fazer o principal papel de um vereador: fiscalizar o dinheiro do povo.
Será que seria caso de Polícia Federal? Perguntar não ofende, pois sou burro e ignorante, desculpe.
(O leitor não quer ser identificado)

R: Receita para enriquecer? Fácil: vire um político, desses bem pilantras. Pode também criar empresas para serem contratadas por prefeituras. Quanto ao café da manhã com o vereador Bruno, tenho recebido muitas queixas. Parece que ninguém aguenta mais. Se ele fosse realmente um militante do que prega Marina Silva e sua corrente, talvez fosse o caso de conversa. Como não é... Abraços.


Lar de Velhos
Cara Silvia,
A versão dos fatos relatados pela leitora Mônica M. segundo os funcionários do Lar de Velhos Emmanuel é a seguinte: A referida senhora comprou por R$ 30 um estabilizador de 350W usado, mas funcionando. Retornou pouco tempo depois dizendo que o aparelho estava com defeito, mas o funcionário Luiz que atende no balcão de eletrônicos rebateu dizendo que havia testado antes de entregá-lo, ao que a senhora respondeu que ao ligar em sua geladeira, o mesmo não funcionou. O Luiz disse então que o que ela precisava era de um transformador pois uma geladeira tem pelo menos 850w e que o estabilizador não serviria. Trocou então o fuzível que havia queimado, mas a senhora, que já havia comprado um transformador adequado, não quis mais e solicitou uma troca e apesar de não possuir mais o comprovante de compra, foi autorizada a procurar algo que desejasse, e não encontrando, foi embora dizendo que podiam ficar com o dinheiro dela. Em nenhum momento houve desrespeito ou descaso por parte de quem quer que seja, mas eu lhe digo que tem muita gente com carro de luxo, roupas de grife e muitas joias que frequenta os bazares do Lar de Velhos e sai dizendo por aí que ajuda o asilo. É inegável que a maior renda do Lar provêm do bazar e que quem compra acaba ajudando, mas a intenção da grande maioria é adquirir bons produtos abaixo do preço normal. Quem quiser ajudar efetivamente o Lar de Velhos basta procurar a direção pois trabalho não falta, mas tem que ter humildade e sentido de caridade no coração, não nas sandálias que como máscaras, são trocadas por conveniência.
Fraternal abraço,
Carlos Alberto de Souza

R: Carlos, agradeço os e-mails enviados com as explicações. A direção da Tribuna preferiu publicar esta carta sua, que está detalhando bem os fatos acontecidos. As mensagens que chegam passam por uma triagem e deixo aberto o espaço na edição seguinte para as devidas explicações.Na resposta que dei à leitora relatei que achava estranhas as reclamações. Abraços.

Panfletagem marketing condenável
Olá Silvia peço encarecidamente que alguém tome providências em relação à turma da panfletagem. Em uma delas, seus supostos “funcionários”(pois duvido que possuam carteira assinada pois são meninos ainda) poderiam ter um mínimo de senso quando entregam o bendito papel. Jogaram no chão na minha frente e quando pedi para levarem embora riram na minha cara. Aí virei um bicho. Se é proibido jogar em via pública por que podem jogar na minha casa que no caso é propriedade particular? Não seria caso de vandalismo? Em plena época de sustentabilidade esse marketing precisa ter os dias contados ou o comprometimento de uma empresa séria como a Zumbini. Esses amadores precisam respeitar a ética que o setor necessita, treinando essa turma que nem educação tem, pois se fosse o contrário não haveria necessidade de se chamar a atenção. Os panfletos são de um supermercado e uma concessionária. Vergonhoso economizar com um serviço desse tipo. Lamento desabafar mas sigo a tendência em prol do futuro, tanto nosso quanto desses jovens que um dia se tornarão “adultos”. Um abraço
Erika Takenaka

R: Oi Erika, esse tipo de publicidade tem tendência a diminuir, já que quando publicadas em jornais rendem muito mais consumidores. Tem gente que tem tanta raiva que não vai de birra nesses locais anunciados em papelotes. Eu sou uma delas. Abraços.

Crimes na Vila Avaí
Peço a ajuda das autoridades de segurança da cidade para que deem atenção ao que está ocorrendo com os jovens (e até idosos) da Vila Avaí e arredores. Semanalmente jovens estão sendo assaltados ao sair dos colégios que encontram-se nos arredores da Vila Avaí e Vila Georgina. Os jovens não tem mais tranquilidade nem à luz do dia para saírem dos colégios e irem embora para suas casas. Uma investigação mais apurada deve ser feita urgente para que algo de mais grave não acabe ocorrendo com nossos filhos, amigos e vizinhos. Estão sendo roubados tênis, celulares e bicicletas, além de assaltos por meros pacotes de supermercado. Será que ninguém sabe de onde esses bandidos surgem? De onde ele estão vindo? Acho difícil que à luz do dia ninguém seja identificado.
Espero que esse pedido de ajuda seja reforçado pelos moradores, pais e responsáveis que residem nos arredores que citei e sabem o que estamos passando.
Da forma que está não pode mais ficar. Algo deve ser feito, pelas autoridades ou por nós, antes que seja tarde demais. Ou estou exagerando e nada está ocorrendo?
(Pai, amigo de muitos moradores e membro da Associação Amigos do Bairro Vila Avaí)

R: Essas pessoas que estão roubando podem ser rastreadas pelo sistema de segurança pública da cidade. Muitos deles moram na divisa com Campinas. Alô, autoridades, tomem providências, se façam presentes nos bairros. Abraços.
Compartilhe:
Tamanho do texto: AAAAAA
Comentários (0)