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28/06/2011 - Como os sentimentos provocam (ou aliviam) a dor física
Fonte: super.abril.com.br
É normal ouvir (e dizer) que pé na bunda dói. Normalmente, encaramos essa dor no sentido figurado. Mas estudos recentes têm mostrado que a conexão entre a dor física e emocional é maior do que os cientistas imaginavam.
Uma pesquisa da Universidade de Michigan encontrou evidências de que o sofrimento emocional, se for intenso o bastante, pode ativar as mesmas áreas do cérebro relacionadas à dor física. Os pesquisadores descobriram que pensar em uma pessoa que terminou um namoro com você recentemente pode provocar um tipo de dor muito semelhante (pelo menos em relação à atividade cerebral) à que você sente quando derrubam café quente em seu braço.
Para o estudo, foram recrutados 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado (e não desejado) de um relacionamento amoroso nos últimos seis meses e que disseram se sentir rejeitados por causa disso. A atividade cerebral dos participantes foi monitorada enquanto eles realizavam algumas tarefas.
Em uma delas, tiveram de olhar para fotos de seus ex-namorados e meditar sobre uma experiência de rejeição específica envolvendo essa pessoa. (Experiência meio sádica, né?). Depois foi monitorada a sua reação à dor física: eles sofreram uma estimulação térmica intensa no braço. As respostas cerebrais foram bem semelhantes.
Foi a primeira vez que essa relação ficou clara. Outros pesquisadores já haviam tentado provar que um coração partido dói, mas ainda não haviam conseguido. Essa equipe descobriu que, quando a dor emocional é forte o bastante, isso pode acontecer, sim. Para o coordenador da pesquisa Ethan Kross e seus colegas, a rejeição simulada em experimentos anteriores não tinha sido forte o suficiente para provocar uma dor emocional verdadeira nos voluntários – por isso é que os estudos tiveram resultados diferentes. O que eles ainda não sabem é se a dor física provocada pela rejeição atinge uma parte específica do corpo ou é difusa.
Amor também pode ajudar a suportar a dor
E o contrário, funciona? Pensar na pessoa que você ama – e que ainda não lhe deu um pé no traseiro – pode reduzir a dor física? Um estudo de 2009 da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) mostrou que sim. Foram feitos testes em que 25 mulheres com um namoro estável e feliz há mais de seis meses receberam estímulos de calor moderadamente dolorosos em seus antebraços enquanto passavam por uma série de condições diferentes. Em uma das situações, cada mulher segurou a mão de seu namorado, a mão de um estranho do sexo masculino e uma bolinha para apertar. Os pesquisadores descobriram que, quando as mulheres seguravam a mão de seus namorados, sentiam menos dor física do que as outras voluntárias.
Repetiram a experiência com fotos: as voluntárias recebiam os estímulos no braço enquanto olhavam fotografias de seu namorado, de um estranho e de uma cadeira. O resultado mostrou que a mera lembrança do parceiro trazida pela fotografia foi capaz de reduzir a dor.
28/06/2011 - Os 10 países mais promíscuos do mundo.
Fonte: super.abril.com.br
Talvez surpreenda, mas o Brasil, país do carnaval, das praias e da mulher pelada, não está entre eles. A gente dá as caras no 18º lugar entre as nações cujos habitantes têm mais parceiros sexuais ao longo da vida, acima de países como Austrália (20º) e Estados Unidos (22º), mas numa posição mais contida do que as do pessoal da Alemanha (12º) e da Suíça (15º), por exemplo.
O ranking é da Universidade de Bradley, nos EUA, e levou em conta o comportamento de cerca de 15 mil pessoas de 48 países ao redor do globo. Durante a pesquisa, os especialistas confirmaram, ainda, crenças populares como a de que os homens são mais saidinhos do que as mulheres na hora de se relacionar com muita gente em pouco tempo. São mesmo.
Olha o top 10 aí. O estudo, na íntegra, você encontra aqui.
1. Finlândia
2. Nova Zelândia
3. Eslovênia
4. Lituânia
5. Áustria
6. Letônia
7. Croácia
8. Israel
9. Bolívia
10. Argentina
E aí, já começou a planejar a viagem?